Carlton House, a casa do Príncipe Regente – Regencial no Séc 21

Depois de uma enxurrada de posts sobre Julia Quinn e A Bela e a Fera (meu noivo que o diga, não me aguenta mais cantando Evermore), voltamos a programação normal com os posts da série Regencial no Séc 21! \o/

North Front, Carlton House, from The History of the Royal Residences by WH Pyne 1819 vol 3
Hoje vou falar da Carlton House, “apenas” a casa de quem dá o nome à essa época: o Príncipe Regente, ou seja: George, Príncipe de Gales, futuro Rei George IV. Ela não existe mais, então, não tenho fotos atuais da propriedade. Mas, vamos lá?
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Você conhece a história da Bela e a Fera?

Cara leitora, com a pergunta do título você pode até achar que enlouqueci. Como assim, ela não foi ver o filme outro dia?! Sim, fui! E por conta dessa pequena obsessão com o filme acabei topando com o livro A Bela e a Fera – A versão clássica e a surpreendente versão original, da série Clássicos da Editora Zahar.

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Surpreendente é mesmo a palavra perfeita. Essa semana pretendia escrever sobre a Carlton House sorry, Prinny, mas esse livro definitivamente merece um post!

O livro é pequeno, de capa dura. A introdução de Rodrigo Lacerda é interessantíssima e a edição tem ilustrações! (Persuasão, me aguarde!)


Tale as old as time…


Em 1740, Madame de Villeneuve publicou a historia pela primeira vez no livro Le Jeune Américaine (ou Les Contes marins). Dezesseis anos depois, Madame de Beaumont publicou uma versão BEM enxuta desse conto na revista inglesa Magasin des Enfants e que é aquela que mais conhecemos.

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Julia Quinn no Brasil – Eu fui!

Os Bridgertons são uma das famílias mais amadas da literatura atualmente. Digo isso sem medo de errar, pois os livros escritos por Julia Quinn e publicados no Brasil pela Editora Arqueiro são recorde de vendas. A própria editora, cativada pelo sucesso, já anunciou que comprou os direitos dos outros romances de Julia, mas ainda não se sabe quando serão publicados. Para os mais desavisados (leia-se: meus amigos lindos que vêm até aqui me dar uma forcinha), a Arqueiro publicou este ano uma nova série, chamada Quarteto Smythe-Smith. 

Quem já leu os Bridgertons treme ao ouvir esse nome. Trata-se apenas do evento mais temido (e ainda assim lotado) da alta sociedade londrina! Todo ano, o musical do Quarteto Smythe-Smith atrai uma audiência sofredora para a interpretação de uma obra. O detalhe: elas tocam terrivelmente mal e (algumas delas) sabem!

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A Bela e a Fera traz frescor e nostalgia em Live Action

No dia 16 de março, chegou aos cinemas o tão esperado live action de A Bela e a Fera! E, é claro, eu fui assistir. Aproveitei que era meu aniversário de namoro e intimei convidei meu noivo para irmos assistir. Foi encantador! Agradecimento especial ao amoro mais lindo, porque ele não gosta muito de musical, mas foi mesmo assim #issoéamor

É, principalmente, um filme para sonhar e ver “ao vivo” um pouco do que imaginamos com nossos romances. Sem falar que traz para o mundo real um dos filmes que marcou a infância de muita gente (o/). Emma Watson está perfeita como Bela (mas eu sabia que ela ia brilhar hehe) e Dan Stevens… Ai ai, sou apaixonada, ficou maravilhoso!

Abaixo, listo alguns pontos que mais chamaram minha atenção:

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As mulheres de Jane Austen

Hoje é Dia Internacional da Mulher e não dá pra falar dessa data sem lembrar das heroínas dos romances históricos – principalmente as de Jane Austen.

Em uma época na qual o casamento de conveniência era a regra e os sentimentos eram deixados de lado, em que a mulher devia guardar suas opiniões para si, ela ousou criar personagens que quebravam essas convenções.

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