Simon Basset – Personagens de Bridgerton

Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset. Sim, esse é o nome completo do nosso amado 10º Duque de Hastings. Simon nasceu em 1784 no início de abril no Castelo de Clyvedon (Olá, Áries). Sua mãe morreu no parto e seu pai, o nono duque, não demonstrou uma única gota de carinho por seu próprio filho.

Simon era gago quando criança, e isso o fez trabalhar duas vezes mais para superar isso. Essa também foi a causa do comportamento do nono duque: ele pensou que Simon era estúpido.

Aos 11 anos, Simon descobre que seu pai o havia dado por morto. Foi um choque, porque ele estava muito vivo e fazendo todos os esforços para superar sua gagueira. Isso quebrou o relacionamento entre ele e o duque para sempre, moldando as visões de Simon sobre o título e a herança da família de uma maneira vingativa.

Em Eton, Simon fez amizade com Anthony Bridgerton. Eles foram a Oxford juntos e, depois de se formar, nosso Conde de Clyvedon (seu título antes do falecimento do 9º Duque) fez uma grande turnê pela Europa, viajando pelos lugares mais bonitos por seis anos, mas nunca voltando enquanto seu pai ainda estava vivo e ignorando qualquer abordagem do duque.

Simon é tudo o que um duque deve ser e, a princípio, quase que acidentalmente. Enquanto todos pensavam que seu olhar penetrante ou seus silêncios prolongados eram desdém, era porque ele tinha que pensar em cada coisinha que saía da boca para não gaguejar. Certamente, essa áurea de poder ducal deve ser tão intrínseca que, mesmo assim, ele era um modelo a ser seguido.

Simon Basset retorna a Londres em 1813, após a morte de seu pai. Ele logo conhece encontra seu amigo de longa data Anthony Bridgerton, e eles renovam sua amizade. Quer dizer, isso até Simon e Daphne Bridgerton se aproximarem demais para o gosto de Anthony.

Esse texto é apenas um pano de fundo para os acontecimentos da história principal.

Este post foi feito em parceria com o The Bridgerton Observatory, um novo site em inglês para os amantes de Bridgerton!

Julia Quinn dá entrevista para a EW e fala sobre possível estreia de Bridgerton

Na terça-feira, 21, a Entertainment Weekly postou uma entrevista com a Julia Quinn em seu site e resolvi elencar alguns pontos principais para aqueles que não entendem inglês. A entrevista completa foi em vídeo e a reportagem está disponível aqui.

A repórter Maureen Lee Lenker fez ótimas perguntas e possivelmente arrancou uma informação que está trancada a sete chaves: a estreia de Bridgerton. Em determinado ponto da entrevista, Lenker pergunta se o coronavírus vai mudar a programação da estreia para o outono. Nesse ponto, Julia tenta desconversar dizendo:

Eu não sei se está programado para o outono, eu apenas sei que é 2020. Mas, o outono termina quando, em 21 de dezembro? Não sei, acho que outono então, mas não sei se é no começo ou no final do outono, nem se vão mudar alguma coisa.

Com certeza, já é um pouco mais do que tínhamos ouvido de uma fonte oficial e bate com uma linha do tempo que estou estudando com outras produções Originais Netflix (em breve aqui no blog).

Sobre a série, ela ainda falou sobre os roteiros, em como são incríveis mesmo não sendo uma adaptação palavra por palavra. Assim como ela já disse algumas vezes nas lives que fez no Instagram, não deveria ser palavra por palavra por ser um outro meio, televisão, e que uma adaptação tem que fazer mudanças, incluir novas histórias e que isso só agrega à história de O Duque e Eu.

Falando sobre suas visitas ao set, ela contou que a fizeram entrar com olhos fechados no estúdio para surpresa ser maior e que toda a estrutura é enorme. Ela até compartilhou uma foto com a repórter em cima de uma carruagem durante sua visita ao set em Bath.

Fonte: EW/Julia Quinn

Outros pontos da entrevista abordam a série Rokesby, com o lançamento do livro First Comes Scandal ontem:

Porque Julia preferiu voltar uma geração ao invés de falar sobre os filhos dos Bridgertons? Um dos motivos para criar os Rokesby foi o volume de pedidos para escrever uma história sobre Edmund e Violet, mas que ela sempre se sentiu incomodada em escrever sobre isso porque ele (não é spoiler) morre, então como isso seria um romance? Imagina se esse fosse o primeiro livro da série e você tivesse que ler uma linda história que acaba tragicamente. Não seria legal, romances são sobre finais felizes, afinal. Então ela voltou e teve oportunidade de escrever mais sobre eles de uma maneira indireta, saber quem eles são, mas como personagens secundários. Além disso, ela achou que seria mais divertido, porque ninguém espera que o autor volte uma geração.

Julia também fala sobre como foi divertido escrever sobre Anthony, Benedict e Colin crianças e a foto que recebeu de Luke Newton.

Outro ponto abordado foi a experiencia de escrever sobre a medicina do século 18 em First Comes Scandal, mas essa não é a primeira fez que ela fala sobre aspectos médicos (Michael, de O Conde Enfeitiçado, teve malária). Ela explicou que escolheu fazer Nicholas um médico porque é um assunto que ela conhece (ela frequentou brevemente a escola de medicina e o marido dela é médico) e que ele, como filho mais novo, poderia ter uma profissão diferente. Aliás, essa profissão é responsável por ele ser um mocinho bem diferente, mais bom moço: você não tem tempo de fazer mais nada quando estuda medicina hahaha.

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Moda Regencial: as inspirações do figurino de Bridgerton

Não é novidade para ninguém que as roupas eram uma parte importante da vida em sociedade entre a aristocracia britânica (com direito até a uma lei da Era Tudor de que determinados materiais eram proibidos fora da corte). Status social, condições financeiras, background familiar: tudo isso poderia ser passado com um conjunto de roupas, pois, quanto mais fino o material, quanto mais bordado ou cheio de detalhes, mais cara a peça.

E apenas mulheres realmente ricas tinham uma infinidade de vestidos (de passeio, de manhã, bailes, trajes de viagem ou de cavalgada) e acessórios (bonnets, chapéus, turbantes, luvas, peliças, retículas). Apenas os lordes mais refinados usavam casacos feitos sob medida, lenços tão brancos e engomados, botas tão brilhantes que poderiam ser espelho.

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