Terceira temporada de Bridgerton começa a filmar pela Inglaterra

No dia 6 de julho, começaram as gravações da terceira temporada de Bridgerton. Ao mesmo tempo, o spin-off Queen Charlotte segue sendo filmado, tendo passado recentemente por outras locações conhecidas – e nos confundindo completamente, pensando que já seria para Bridgerton.

No final de junho, o Holburne Museum foi utilizado para a fachada da Danbury House, mas não sabemos em qual produção. Naquela semana, uma foto na Sidney Place, rua ao lado do museu, mostrou alguém que parecia ser Portia Featherington e figurantes em trajes um tanto quanto modernos para Queen Charlotte.

Ao mesmo tempo, outra unidade filmava no Kings Circus, pertinho do Royal Crescent (Casa Featherington). Entretanto, por ali as roupas eram bem ao estilo do século 18, da Era Georgiana (que antecede a Era Regencial).

Depois, encontramos filmagens e fotos do Blenheim Palace, que pode vir a ser usado como Buckingham House tanto em Queen Charlotte como em Bridgerton. Foram gravadas cenas noturnas bem como diurnas, o que nos deixa a dúvida se estão usando para as duas séries. O mistério segue.

Esta semana, Julia Quinn está no Reino Unido e foi prontamente confirmar que estava indo visitar o set de Queen Charlotte em Wilton House, Salisbury. Enquanto isso, rumores surgiram de que Osterley Park seria utilizado para Bridgerton e que o local já estava sendo preparado para as filmagens. Muitas fotos foram encontradas nas redes sociais e o site da propriedade confirma o fechamento total para filmagens esta semana.

Basildon Park também será fechado entre esta semana e a próxima, e o jornal local já especula se é para Bridgerton. Partimos então em busca de mais informações. E parece que nossas buscas deram fruto, confira o calendário abaixo com o resumo de tudo que encontramos:

O santo graal dessa busca foi uma chamada de elenco que procura alguém com mais de 40 anos e que saiba se comunicar em BSL, a linguagem britânica de sinais, para uma série regencial da Netflix. BINGO! O print confirma Osterley Park como locação de Bridgerton nesta semana e entrega duas regiões que conhecemos bem das temporadas anteriores.

No final de julho, a equipe se dirige para Oxfordshire e as opções já usadas em outras temporadas são West Wycombe (Romney Hall), Halton House (Interior da Casa Bridgerton), Basildon Park (Quintal da Casa Featherington) e até Blenheim Palace (que foi utilizado em Queen Charlotte e pode servir como Buckingham Palace) estão na região.

Como Basildon estará fechado para filmagens de 15 a 20 de julho, imaginamos que o caminho mais lógico seria ir para West Wycombe, pois a propriedade fica entre Basildon e Halton.

Em agosto, além de filmagem na Rangers House, que já tínhamos visto a informação no site do museu, logo nos primeiros dias do mês, Bridgerton aparentemente terá cenas em Wilton House, em Salisbury.

A maioria das informações são mera especulação e ficaremos de olho para qualquer confirmação.

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Bridgerton confirma Polin como protagonistas da terceira temporada

Na madrugada desta segunda-feira, o fandom de Bridgerton foi alvoroçado com a notícia de que Penelope Featherington e Colin Bridgerton serão os protagonistas da terceira temporada! O terceiro filho Bridgerton e a terceira filha Featherington!

Ainda que anúncio não seja totalmente uma surpresa, o luto é perceptível em boa parte da comunidade já que, pelos livros, seria a história de Benedict e Sophie que deveria vir na sequência. Entretanto, nas entrevistas da segunda temporada, Shonda Rhimes já havia deixado claro que a série não iria necessariamente seguir a ordem dos livros.

Não bastasse isso, Simone Ashley deu alguns spoilers em entrevistas, falando que estava animada ao passar o bastão para Luke e Nicola. Luke Newton, de férias, lendo Os Segredos de Colin Bridgerton também deu a dica, já que o ator havia dito que leria o livro apenas antes da temporada em questão.

O final da própria segunda temporada já deixava muitas pistas para o enfoque em Polin, como a cena em que Colin diz que jamais cortejaria Penelope Featherington. Tal cena foi adiantada na série e levemente modificada – no livro, Colin diz “Eu não vou me casar tão cedo e muito menos com Penelope Featherington”. A própria sequência de Eloise descobrindo a identidade de Lady Whistledown nos fez imaginar como seria possível que Penelope conseguisse esconder o segredo por mais uma temporada, agindo como se nada tivesse acontecido. Seria estranho demais, né?

Outra grande dúvida é sobre a passagem de tempo. No livro, a história de Polin só acontece em 1824. Na série, estamos entrando em 1815. Fica difícil teorizar que as revelações do final da S2 não terão consequências imediatas, na temporada social seguinte. O clima entre Eloise e Penelope terminou pesado demais para isso ficar apenas adormecido por alguns anos. O salto temporal também envolveria mudar os atores de Gregory e Hyacinth – a única mudança foi de Francesca, por conta da agenda da atriz Ruby Stokes. Hannah Dodd será a nova Francesca, que pelos livros, deve debutar em 1815 (lembrando que ela só se casa com John em 1818).

Fato é que o caminho está aberto para muito drama, reviravoltas, amizades quebradas e corações partidos. Será que Eloise e Penelope ainda podem ser amigas? Será que as consequências para Lady Whistledown na série serão maiores do que nos livros? Como Colin ficará sabendo da situação? Teremos alguma menção à busca de Benedict por sua dama de prateado? A única certeza que temos é que Polin vem aí, teremos mais Kathony casados e muito drama na sociedade londrina.

Como a série se distanciou tanto dos livros, não temos mais como saber absolutamente nada, não somos nem capazes de teorizar. Quais são as suas apostas?

Segunda temporada de Bridgerton tem o maior slow-burn da história da TV

A segunda temporada de Bridgerton estreou no dia 25 de março na Netflix e se você chegou aqui quer dizer – possivelmente –  que já terminou também. Eu sei, senta aqui, vamos conversar. Chris Van Dusen tem uma ou duas coisas para explicar. O texto abaixo tem spoilers, então, siga por sua conta e risco. Vamos à resenha: 

Um começo promissor

A série começa muito bem, com aquele ritmo alucinante que marcou a primeira temporada, cheio de figurinos deslumbrantes e cenários incríveis. A dinâmica da família Bridgerton segue impecável, super fiel aos livros no quesito geral (sabemos que os personagens são um caso à parte) e a narração de Julie Andrews e suas aliterações rocambolescas continuam nos deliciando. E surgem as Sharmas! Impossível não se apaixonar! Convidadas de Lady Danbury para a temporada, Kate já chega causando e saindo para cavalgar escondida, onde tem o primeiro encontro com o Visconde Bridgerton, como já suspeitávamos. 

A química entre Jonathan Bailey e Simone Ashley, intérpretes do casal desta temporada, é algo a se louvar. Chris Van Dusen, produtor da série, já havia dito que a atuação da dupla era magnética e impossível de desviar o olhar. E é isso mesmo. Por mais que a temporada não seja uma unanimidade, é inegável que a química entre eles carrega muito do roteiro nas costas. Diálogos rápidos, uma marca tanto de Julia Quinn como da Shondaland, nos fazem voltar as cenas só para rir mais uma vez da sagacidade do texto. Ou para se emocionar.

E falando em JQ, nossa patrona mor, lembramos muito do que ela disse sobre a primeira temporada: “Não é o livro, nunca será o livro. Mas aproveite mesmo assim”. A segunda temporada de Bridgerton é como uma história de algum multiverso na qual conhecemos todos os personagens e seus trejeitos, mas suas ações nos são desconhecidas até então. Encarando a série assim, como um produto independente, é possível aproveitar o maior e mais longo slow-burn de todos os tempos e sair dessa montanha russa de emoções aliviado. 

Mas, não é o livro. Inclusive, na minha humilde opinião, a primeira temporada foi bem mais O Duque e Eu do que a segunda foi O Visconde que me Amava. E tudo bem. A equipe de produção se sente mais confortável agora para sair da caixinha dos livros e explorar esse vasto BridgertonVerse. A história da TV não é pior por isso, mas é necessário saber separar Livro de Série de TV. São duas histórias à parte. Sempre soubemos disso, mas dessa vez essa diferença ficou muito mais pronunciada, já que muitos esperavam que pelo menos a linha do tempo fosse seguida assim como na S1. 

Isso não quer dizer que eu não adorei a série como apenas isso, a série. Está linda, com o espírito dos Bridgertons e um slow-burn que nos deixa na ponta do sofá o tempo todo. No primeiro beijo eu estava chorando de alegria, porque a tensão estava insuportável. 

Voltas e voltas na montanha-russa da Shondaland

O que achei muito complicado foi exatamente após esse primeiro beijo. Ele aconteceu apenas no final do episódio 6 e se imaginávamos que as coisas começariam a se arrumar, nos iludimos. 

A história fica ainda mais rocambolesca, com Kate e Anthony tendo uma noite tórrida de sexo no jardim – que eu achei muito apressada, mas entendo que era pra demonstrar que eles chegaram no ápice do controle. E aí você pensa, agora eles vão se resolver. Nãooooo. Kate ainda sofre um acidente na manhã seguinte, Anthony a encontra e descobre o quanto ela é importante pra ele. A cena é linda e emocionante. Você acha que agora eles vão se acertar. Nãooooo. Kate fica em coma por uma semana. E ai quando ela acorda, Anthony a visita e você acha que agora eles vão se acertar. Nãoooo. Nesse ponto eu já estava achando que o casal não ia terminar a temporada junto. 

A cena que Kate conversa com Mary foi uma das mais bonitas e emocionantes. Mostra como ela estava disposta a abrir mão de tudo para ver a família feliz, já que não queria ‘roubar’ o pretendente da irmã e as escolhas que fez sobre os Sheffields, família da Mary, foi apenas para ajudar a irmã e a madrastra. Muito se falou sobre a parte que Mary diz perdoar Kate, e o perdão vem do fato dela ter escondido o motivo para irem à Londres e não somente pelo Visconde.

O desenvolvimento de Mary, ao meu ver, está de acordo com o livro. Uma mulher tomada pelo luto (paralelo com os flashbacks de Violet, por exemplo, mostrando como se perde a noção do espaço-tempo quando se está de luto) e que acaba deixando tudo na mão de uma jovem controladora e cheia de boa vontade. Kate acha que seu tempo já passou e tenta suprir seus sonhos através da irmã. Amei o momento em que Edwina diz exatamente isso para ela. Me identifiquei, rs.

Não quero nem falar sobre os flashbacks no episódio 3. Eu ainda NÃO SUPEREI. Chorei e não foi pouco, mas se achei que o que mais ia doer era morte, me enganei. A parte do luto da Violet foi o que me destruiu. Gregory conversando com Anthony também foi o meu fim.

Um final alucinante

E aí temos o último baile, das Featheringtons. E, finalmente, FINALMENTE nosso casalzão se concretiza. Faltando 8 minutos para acabar a temporada e no meio da galera toda, eles se declaram – e que declaração – e se beijam no meio da queima de fogos. Nos é dado apenas um breve vislumbre da vida de casados, quase como uma cena extra num filme da Marvel, após a cena caótica entre Eloise e Penelope. A série finaliza com um beijo cinematográfico entre o Visconde e a Viscondessa, já casados e em Aubrey Hall para o tradicional jogo de pall mall. Só nos resta esperar que a terceira temporada traga muito mais deles, para podermos ver a construção da família e o amor dando seus frutos. 

Foi lindo? DEMAIS! Foi uma montanha russa de emoções? COM CERTEZA! Mas ninguém pode nos culpar por querer ver mais do final feliz entre eles, já que eles são a coisa mais fofa juntos. Se no Enemy estavam magnéticos, no Lovers estavam hipnotizantes!  

Lady Whistledown contra-ataca

E quais os caminhos abertos para a S3? A temporada terminou com uma cena chave em torno de Polin e Peneloise. Confesso que foi ali que a frase ‘Vocês não estão preparados’ que tanto se falou nas entrevistas anteriores à estreia fez sentido. EU NÃO ESTAVA PREPARADA! Foi um turbilhão de emoções, como se já não tivéssemos passado por tudo, ainda chega Eloise e revira nosso coração tal qual revirou o quarto de Pen.

Todo o destaque que Lady Whistledown ganhou, além de Shonda Rhimes afirmando que “a série não vai, necessariamente, seguir a ordem dos livros” nos deixa com a pulga atrás da orelha se a S3 será mesmo sobre Benophie ou sobre Polin.  A cena final de Penelope me deixou desconfiada. Porém, já está claro que a trama de Lady Whistledown é uma linha contínua através das temporadas, então pode ser que vão desenvolver ainda mais na S3 para chegar na S4 tinindo.

A história de Benedict também se tornou mais complexa, com ele entrando na Academia de Artes, tomando ópio, curtindo as festas de humanas, explorando sua arte e seu prazer. Mas vemos ele se fechar completamente, como uma concha, ao final da temporada. Será que nossa Sophie chegará para abrir esse molusco míope?

Livro x Série

Se a gente tinha dúvidas que a série iria tentar se desvencilhar dos livros, agora temos certeza. E não há problema nisso. Bridgerton é uma franquia forte, com personagens incríveis e uma produção colossal. Falhar não é uma opção e Shondaland sabe como cativar a audiência.

Sempre dissemos que os produtos são diferentes, pois são meios diferentes.

Mas, a frustração de muitos leitores vem do fato da primeira temporada ter sido muito fiel à cronologia de O Duque e Eu, e é natural que a produção sinta confiança para voar além. Agora que estamos avisados, que superamos o choque inicial das mudanças, é possível aproveitar a série de TV como o produto midiático que é em toda sua glória e emoção. E emoção é o que não falta!

E o livro? Ah, ele sempre estará lá, querida leitora. Nada estraga a história escrita por Julia Quinn, nós só ganhamos mais uma versão do multiverso Bridgerton!

Trailer de Bridgerton entrega tudo para fãs dos livros, mas atraí público geral com intrigas e sedução

Chegou o dia que aguardávamos ansiosamente! O trailer da segunda temporada de Bridgerton foi lançado nesta quarta-feira, 9 de março, às 11h30 da manhã e o fandom faleceu coletivamente de alegria! Tem tudo o que sonhávamos, não dá nem pra dizer! Bridgerton estreia no dia 25 de março, às 4 da manhã (Horário de Brasília) e nós não conseguimos fazer o tempo passar mais rápido. Pelo menos, agora temos o trailer para consumir até lá:

Para começar, Violet Bridgerton já chega causando e anunciando que nesta temporada o Visconde Bridgerton está pra jogo!

Entendemos a expressão completamente, Anthony!

Logo em seguida temos a apresentação de nossas queridinhas Sharmas:

O trailer tem aquele ritmo alucinado que só Shondaland é capaz de trazer, com muitas cenas que nos deixaram babando e teorizando mil maluquices! Destaque para a cena em que Kate e Mary passam açafrão em Edwina, ritual indiano tradicional chamado de Haldi, e que antigamente era feito apenas por mulheres casadas. Pela cara de alegria de Kate, provavelmente ela está aliviada que a irmã está casando por amor (e que ela é a Viscondessa Bridgerton).

E temos Newton! Nosso corgi gordinho cheio de personalidade vai aprontar várias! E o trailer já entregou a cena que todo mundo queria ver: Visconde Bridgerton molhadinho!

Quem consegue respirar com as cenas entre Kathony??? Foram tantas, todas cheias do magnetismo e eletricidade que Chris Van Dusen tanto vem comentando. Mas, nada supera isso daqui:

Eu fiquei arrepiada daqui!

E se na S1 tivemos o momento dedinhos quase se tocando, na S2 ele também está presente. Parece ser em algum momento decisivo, uma audiência com a Rainha, que já vimos na foto liberada na terça-feira. Muito especula-se para quê essa reunião e por que Anthony está sentado ao lado de Edwina. Se os olhares que Anthony e Kate trocaram antes querem dizer alguma coisa, qual será o resultado desse momento com Vossa Majestade?

E detalhe para os fogos de artifício no que eu desconfio já ser o casamento de Kathony, porque Bridgerton é “sparkling”, então temos que ter nossa cota de fogos em 1814 também!

Fizemos uma live na Julia Quinn Brasil imediatamente após a liberação do trailer (e de acalmarmos um pouco os batimentos cardíacos, porque eu mesma fiquei tremendo) e você pode conferir nossos comentários aqui:

Você acha que acabou? Nãão! Junto com o trailer recebemos duas fotos do Pall Mall, mas, agora à noite, o fandom foi agraciado com mais uma enxurrada de fotos, com direito à imagem que foi o meu fim:

Jacintos no jardim, Edmund apoiando Anthony, o flashback que vai fazer meio mundo chorar copiosamente

Se algum dia reclamei de não termos notícias, estava louca, delirando de saudade! Nunca fui triste!

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Bridgerton é uma série de Ensemble Cast. Mas, o que é isso?

A primeira semana de março está recheada de novos conteúdos de Bridgerton, incluindo os pôsteres oficiais da segunda temporada. Veja abaixo como fomos bem servidos:

A grande polêmica da tarde, entretanto, foi o fato de não termos nenhum poster oficial apenas com Anthony e Kate. Com isso, alguns fãs resolveram o problema com um pouco de photoshop, o que dividiu o fandom e conhecendo essa pequena parte do mundo Bridgerton você já pode imaginar que deu o quê? Isso mesmo, treta.

Charithra Chandran bloqueou algumas contas no Twitter que julgou não estarem fazendo bem para a saúde mental dela. Mesmo que os comentários raivosos sejam direcionados ao modo como a Netflix e a Shondaland estão divulgando a série, não deve ser nada fácil se ver apagada do poster principal da temporada. Chari fez o que precisava fazer para manter a mágica do momento. E não sendo suficiente bloquear, ela desativou o Twitter nesta quinta-feira.

Não é a primeira vez que algum membro do elenco é atacado por estar fazendo seu trabalho e divulgando a série. Então, é válido ressaltar uma curiosidade que talvez muitos não saibam: Bridgerton é uma série de Ensemble Cast. Mas, calma, a gente explica:

O formato não é estranho pra você se você já assistiu Friends, How I Met Your Mother, Brooklyn 99 ou até A Grande Família. O Ensemble Cast é aquele elenco em que não há um único protagonista e todos recebem um tempo de tela semelhante. Há mais destaque para uma história ou outra dentro da temporada, mas o foco está nas relações entre esse elenco como um todo e não apenas em um personagem-herói.

Friends não é só sobre Rachel e Ross, Monica e Chandler. É sobre todos eles E os relacionamentos dos casais também.

É por isso que Bridgerton aparece como Best Ensemble Cast em diversos prêmios. É por isso que vemos Nicola e Golda na Times Square, por isso temos entrevistas exclusivas delas falando sobre sua participação. É por isso que Charithra tem um papel de destaque no poster da S2. A comunicação é apoiada em todos os personagens que podem ter apelo com o público, a fim de atrair a maior audiência possível. Sem contar que, depois de tantos comentários lamentando a saída de Regé Jean Page, é até bom ancorarem a série em mais de um personagem, concordam?

Outro ponto polêmico é sobre o famigerado triângulo amoroso. Ele existe e não é convencional, como dito pelo Chris Van Dusen no twitter. É sobre a relação de Kate e Anthony e a relação entre Kate e Edwina. É sobre Kate se dividir entre seu amor por Edwina e seu desejo por Anthony. Existe um triângulo e ele vai aparecer na série, mas não é como normalmente imaginamos esse tipo de trama. Anthony não vai jogar com o sentimento das duas, elas não vão disputar o homem. Nada é convencional em Bridgerton e nem o triângulo amoroso vai escapar!

Existe todo o núcleo de Lady Whistledown, que quer goste ou não, tem importância na série (até mais do que nos livros, diga-se de passagem). A trama da Rainha, que também não existe nos livros, é uma das partes favoritas da audiência da TV.

Há espaço para todo mundo brilhar e a audiência da série crescer cada vez mais. O que não tem espaço é para falta de respeito com os profissionais da Netflix, Shondaland e esse elenco tão querido que dá vida aos nossos personagens favoritos.

Você pode criticar a série, pode não gostar da forma que estão divulgando, mas por favor, não vamos descer o nível e atacar quem apenas está lá fazendo o seu trabalho. O fandom é conhecido por ser muito passional, mas que nunca percamos o respeito pelo próximo valentes de que um avatar vai nos proteger. Vamos debater sem se agredir, que a série é pra ser diversão!

Falta pouco para a estreia!

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