Baixe o Calendário Bridgerton 2022

2022 chegou e a cada dia ficamos mais perto da estreia de Bridgerton! Para começar o ano com o pé direito, lançamos a terceira edição do Calendário Bridgerton. Este ano as fotos foram mais difíceis, já que contamos apenas com algumas poucas imagens que a Netflix liberou e os cliques difusos de paparazzis. Saudades turistas em Bath ❤ Quem sabe atualizamos o documento quando novas imagens oficiais saírem.

Para baixar, é só escolher o modelo e clicar no link. Há duas opções: uma para imprimir em casa e outra para imprimir em gráfica, com as marcas de corte. Aproveitem e feliz 2022!

Calendário para imprimir em casa

Calendário para imprimir na gráfica

Vale lembrar que o Calendário Bridgerton é feito por fãs e para fãs e sua venda é expressamente proibida.

Esse blog é parceiro da página Julia Quinn Brasil. Curta a página no FacebookTwitter e Instagram para não perder nada!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!

Bridgerton anuncia data da segunda temporada no aniversário de estreia da s1

Feliz Natal, abelinhas! Temos data de estreia!! Que Natal glorioso, perdendo apenas para o de 2020, já que foi quando Bridgerton estreou na Netflix. Mas, para comemorar um ano desse evento inesquecível, Shondaland e Netflix apareceram para nos presentear com a data de estreia da segunda temporada: 25 de março!

O anúncio foi feito pontualmente ao meio-dia (horário de Brasília) e esta que vos fala estava exatamente acordando com os sinos da igreja batendo, peguei o celular e vi a notificação da página oficial e foi isso. O resto foi apenas surto, gritaria, maluquice e muitas boas decisões tomadas!

Além disso, a imprensa recebeu a sinopse oficial da história de Anthony Bridgerton e Kate Sharma. Confira abaixo:

“Impulsionado por seu dever de defender o nome da família, a busca de Anthony por uma debutante que atenda a seus padrões impossíveis parece malfadada até que Kate (Simone Ashley) e sua irmã mais nova Edwina (Charithra Chandran) Sharma chegam da Índia.  

Quando Anthony começa a cortejar Edwina, Kate descobre a verdadeira natureza de suas intenções – um casamento verdadeiro não está no topo de sua lista de prioridades – e decide fazer tudo ao seu alcance para impedir a união. Mas, ao fazer isso, as lutas verbais de Kate e Anthony apenas os aproximam, complicando as coisas de ambos os lados.  

Do outro lado da Grosvenor Square, os Featheringtons devem dar as boas-vindas ao mais novo herdeiro de sua propriedade, enquanto Penelope (Nicola Coughlan) continua a navegar pela alta sociedade, enquanto mantém seu segredo mais profundo das pessoas mais próximas a ela.” 

Como eu estou muito sumida por aqui (trabalho enlouquecendo a pessoa) vou aproveitar para colocar as fotos e o teaser que tivemos em 25 de setembro (25 claramente é nosso dia).

Faltam três meses para podermos surtar de vez! Vem segunda temporada, vem Anthony, vem Kate! Queremos mais!

Esse blog é parceiro da página Julia Quinn Brasil. Curta a página no FacebookTwitter e Instagram para não perder nada!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!

Chris Van Dusen e a criação de Bridgerton

A temporada pré-Emmy está entre nós e é bem comum que diversas reportagens sobre as séries concorrentes saiam neste período para relembrar os membros da Academia de Artes & Ciências Televisivas do quão maravilhosa é o produto que está concorrendo. Com Bridgerton não está sendo diferente e, apesar de muitas entrevistas trazerem mais do mesmo (é claro, para nós que respiramos Bridgerton por 365 dias do ano), alguns materiais trazem muita surpresa. É o caso deste texto, uma tradução da coluna que Chris Van Dusen escreveu como convidado no The Hollywood Reporter, no qual Chris fala sobre seu processo de criação de Bridgerton e de todo o fantástico mundo inclusivo criado por ele e a equipe de Shondaland.

Uma coisa que me chamou atenção foi o fato dele ter tido a ideia de colocar a Rainha Charlotte na série após uma visita à Wilton House, locação principal da Buckingham House, residência de nossa Lottinha. Eu amei a descrição dela: Parte Realeza, Parte Beyoncé. Essa ideia permeou toda a criação da série e se reflete nesse produto inclusivo, que muitos podem torcer o nariz com a famigerada fidelidade histórica, mas que se tornou a maior série da Netflix por mostrar que todos, TODOS, podem ter sua fantasia de época, podem se sentir a própria heroína (ou herói) Austeniana.

Quem acompanha este blog sabe que dediquei os últimos dois anos à essa série e lembro de ter visto muitos figurantes dos mais diversos tons de pele nos stories (Saudades gravações da s1) com roupas finas e ocupando lugares de destaque na sociedade. Uma reportagem da época que me marcou muito até relatou o comentário de um figurante preto, que estava achando a experiência de ser um lorde muito diferente do que geralmente ele interpretava em produções de época, ou seja, serviçais.

Bridgerton chegou e colocou o gênero de série de épocas de cabeça pra baixo, ou quem sabe, começou a endireitar as coisas. Fato é que a indústria precisava muito disso, desse chacoalhão. E os números (de exibições, de indicações, engajamento do fandom) só reforçam isso. Que venham os Emmys que nós tanto pedimos!

BRIDGERTON (L to R) Executive Producer CHRIS VAN DUSSEN and Director ALRICK RILEY in episode 107 of BRIDGERTON Cr. LIAM DANIEL/NETFLIX © 2020

Leia a tradução da coluna especial de Chris Van Dusen no The Hollywood Reporter

*Destaques negritos são meus

“No início deste ano, a Netflix anunciou que Bridgerton, um programa que criei e dirigi, foi a maior estreia da gigante de streaming de todos os tempos. Fiquei pasmo. Como poderia esta peça do período regencial, que consumiu a maior parte dos últimos três anos da minha vida, estar capturando o zeitgeist (espírito da época) de uma forma tão grande? Estou convencido de que isso se deve em grande parte ao mundo intencionalmente inclusivo do programa – onde cada espectador, não importa quem seja, pode se ver na tela. Um mundo que não é color-blind, como alguns sugeriram, mas que tem consciência das cores.

Minha proposta para Bridgerton foi direta: eu queria virar o gênero de época de cabeça para baixo e reimaginá-lo de uma maneira nova e empolgante. Um que incluía personagens de diferentes cores e origens. Um que explorou o tema raça. Queria que existissem gays neste mundo. Eu queria expandir todo este universo. Portanto, criei um mundo do período regencial multiétnico e multicolorido, tão diverso quanto aquele em que vivemos hoje. Meu show seria sobre amor. Alegria. Triunfo. Seria um show que diria que todos são dignos e merecedores de todas essas coisas e muito mais.

Parecia realmente adorável, é claro. Mas como eu realmente faria isso levaria algum tempo.

As séries ou filmes de época que eu tinha visto pareciam iguais. Claro, você localizaria uma pessoa não-branca ocasionalmente – mas geralmente no fundo, servindo comida ou ajudando alguma jovem de pele de porcelana a se vestir. Certamente não como personagens principais. Certamente não tendo seu próprio final feliz. O material de origem de Bridgerton, embora uma leitura rica e deliciosa, era como sempre sobre pessoas de pele clara e olhos azuis penetrantes. Raça, como descrição e assunto, nunca foi mencionada.

Em 2018, visitei a Wilton House em Wiltshire, na Inglaterra. De pé, sozinho na opulenta sala do Cubo Duplo, fiquei impressionado com sua imponência. Foi nesse momento que eu soube que tinha que ter um componente de realeza neste show. E então criei o personagem da Rainha Charlotte. Parte realeza, parte Beyoncé, uma criação original, não está nos livros. Eu estava ciente das teorias históricas da real ancestralidade africana da rainha Charlotte. Ela era, argumentam alguns historiadores, descendente de um ramo negro da família real portuguesa, a primeira rainha não-branca da Inglaterra. Foi revolucionário – não apenas como uma teoria real e histórica, mas também como base para o show. Foi assim que me decidi a começar toda a série. Nesse quarto. Com nossa heroína Daphne sendo apresentada à rainha, a pessoa mais poderosa deste mundo, uma mulher negra.

A construção para este mundo nasceu. Isso significava que a cor da sua pele não determinaria se você era nascido nobre ou inferior. Isso significava que lordes e damas, viúvas e duques, de todas as cores e origens diferentes, poderiam existir neste mundo. Este não seria um mundo colour-blind. Esses personagens não-brancos que o público veria e se relacionaria na tela eram reais.

Meu objetivo de reinventar o drama de época através de lentes com consciência das cores estava tomando forma. Mas então vários membros do meu elenco brilhante sugeriram que eu fizesse mais. Foi então que aconteceu uma das colaborações mais inesperadas e gratificantes da minha carreira.

O que se seguiu foi um dos dias mais pungentes e transformadores que tive durante a produção desta série. Junto com cada ator não-brancos do show em uma sala, eu pude ouvir tudo o que todos tinham a dizer durante uma longa tarde de chá e outras coisas boas inglesas. Meu trabalho era simplesmente sentar, ouvir e aprender. Foi emocional, poderoso e completamente necessário.

Muitos dos presentes sentiram que o show poderia ir mais longe em termos de exploração da raça. O show, eles concordaram, já era tão belamente eloqüente quando se olhava para coisas como classe, gênero e sexualidade. Mas não poderia haver também um reconhecimento de cor na tela?

A pergunta me deixou humilde. Eles estavam certos. Poderíamos fazer ainda mais para virar o gênero de cabeça para baixo e cavar ainda mais fundo nas histórias dos personagens que o programa pretendia incluir. Então, as coisas que meu elenco falou comigo naquele dia encontraram seu caminho para os roteiros. Nas histórias de fundo dos personagens. Para o próprio mundo. Como diz Lady Danbury: “Éramos duas sociedades separadas, divididas por cor, até que um rei se apaixonou por um de nós”.

BRIDGERTON Director JULIE ANNE ROBINSON and Executive Producer CHRIS VAN DUSSEN in episode 10Pre of BRIDGERTON Cr. LIAM DANIEL/NETFLIX © 2020

Os envolvidos com a TV sabem como é um processo surreal. Centenas de algumas das pessoas mais trabalhadoras que você já conheceu são reunidas e, de alguma forma, uma obra de arte viva, viva e comovente, nasce magicamente. Para a pessoa que supervisiona tudo, é assustador. Mas também profundamente gratificante. Especialmente quando seus atores se sentem confortáveis ​​o suficiente para vir até você com o que realmente estão em suas mentes.

O espetáculo não seria o que é hoje se aquela tarde profundamente colaborativa com meu elenco não tivesse acontecido. Posso dizer com veemência que Bridgerton – com todas as suas cores, beleza, amor, alegria e triunfo – ficou ainda melhor por causa disso. E agora, posso levar essa experiência colaborativa preciosa comigo para a segunda temporada, e o que vem a seguir para mim também.”

Leia a coluna original aqui.


Chris, se por acaso você estiver lendo este humilde blog, obrigada por não ter medo, obrigada por colocar seu coração nisso, se doar tanto para criar esse mundo incrível, obrigada por transformar o que achávamos que deveria ser uma série de época. Obrigada por pegar os livros que amamos tanto e elevá-los a outro patamar.

Esse blog é parceiro da página Julia Quinn Brasil. Curta a página no FacebookTwitter e Instagram para não perder nada!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!

Veja as fotos da segunda temporada de Bridgerton com Anthony e Kate

E abril se despede de nós com um mimo supremo! Fotos de ninguém menos que Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) e Kate Sharma (Simone Ashley) caracterizados, além de diversos membros do elenco e da família Bridgerton! As fotos foram clicadas pelo Daily Mail no Royal Ascot, em Windsor, e nosso casal estava torcendo animado – e aparentemente um contra o outro. Até a lindinha Edwina (Charithra Chandam) apareceu nas fotos, quase escondida atrás de um Anthony que parecia mais interessado nos cavalos e na competição com Kate… Nosso palpite é que a corrida de cavalos vai ser decidida por um fio. Como foi muito dito sobre a primeira temporada: sparks will fly (fagulhas vão voar)!

Quem também apareceu em cena foi Violet Bridgerton (Ruth Gemmel), Colin (Luke Newton), Benedict (Luke Thompson), Eloise (Claudia Jessie) e até Francesca (Ruby Stokes)! Até podemos ver um pedacinho do que parece ser Hyacinth (Florence Hunt) e um ombro de Gregory (Will Tinston). Pessoalmente, estranhei, pois não era muito comum as “crianças” atenderem muitos eventos. Também não era o mais feminino dos ambientes, mas qual era? Felizmente, isso é o mundo incrível de Bridgerton e amamos que desta vez teremos todos os Bridgerton reunidos e aprontando muito. Ou, quase todos, já que não vimos Phoebe Dynevor (que até então estava gravando outro filme). Mas vocês entenderam o conceito, ne? Daphne também pode estar em casa curtindo os filhos e o marido (que não foi morto pelos produtores, se acalmem).

Olha só esses cutie cuties, coisas mais lindas do fandom nessa foto:

Créditos: Daily Mail

Em sentido horário, começando com o grande casal: Anthony e Kate na competição de quem tá mais bravo; Edwina nos representando supresa; só ombro de Gregory, pois ele ainda é um neném; Hyacinth que parece ter crescido ainda mais; Eloise de penteado novo e Francesca recuperada no churrasco; Colin com uma sombra de barba, que já amamos, Benedict sem defeitos, sei nem o que dizer só sentir; Lady Danbury e Violet tramando o próximo casório e sendo, como sempre, rainhas do nosso coração. E por falar em Rainha, parece que foi montada uma estrutura para se passar pelo que deveria ser o Royal Enclosure da época, local em que o monarca usava para assistir as corridas com sua família e amigos aristocratas. Então, é capaz de termos Lottinha por ali também.

Créditos: Daily Mail

Update 1/5: Repassando as fotos, percebi que a Rainha Charlotte está mesmo por ali! Na foto acima não é possível ver por causa dos cavalos, mas veja esta abaixo:

A rainha está de vestido branco e peruca preta, entre os homens de vermelho e um arranjo de flores brancas.

Inclusive, pesquisando sobre Ascot, descobri algumas coisas legais. O curso foi criado a pedido da Rainha Anne em 1711 e rapidamente se tornou popular. Em 1807, foi estabelecida a Ascot Gold Cup, principal corrida do evento que acontece em junho e é realizado até hoje em moldes muito parecidos com os da Era Regencial. Pois bem, a principal corrida deste campeonato acontece no terceiro dia e atrai grandes multidões, inclusive mulheres. Por isso, ficou conhecido como Ladies Day, devido aos chapéus elaborados e vestidos de dar inveja.

E foi na Era Regencial que esse dia começou a se tornar um verdadeiro desfiles de looks. Beau Brummel foi um dos responsáveis por popularizar os casacos longos e ajustados, com gravatas cheias de nós e cartolas, uma roupa considerada elegantemente simples e perfeita para diversas ocasiões. E, possivelmente, os chapéus gigantes do período, cheios de flores, arranjos e até pássaros também marcaram a época.

E sabe a tradição da Família Real chegar numa procissão de carruagens? Foi iniciada por George IV (que era o Príncipe Regente enquanto seu pai estava doente) e segue até hoje, rendendo looks incríveis e até fotos cômicas.

Com isso, nós ficamos aqui já com a cabeça a mil. A cena parece ter um tom de disputa e, eu não sei vocês, mas deu pra sentir a energia deles só pela foto. Simone Ashley encarnou perfeitamente nossa Kate Sheffield-Sharma, emanando poder e a atitude protetora que só quem leu o livro sabe como é. A mulher assobiou, gente! Chris Van Dusen, deixa essa cena no corte final, nunca te pedimos nada (mentira, mas finge que não é, tá?).

Será que estão apostando? O cavalo que ganhar permite que Anthony corteje Edwina ou não? Seria engraçado demais e explicaria a cara de desespero de Anthony em uma das imagens, além da animação de Kate ganhar. Confira a galeria abaixo (clique para abrir a foto em tamanho maior):

A animação do fandom foi tanta que conseguiram até colocar os nomes Kate, Colin, Edwina e a tag Bridgerton Season 2 Is Coming nos trends do Twitter!

Outro assunto que essas fotos renderam foi sobre as famigeradas costeletas de Anthony. Será que removeram os pelos faciais do nosso Visconde? Compare as imagens abaixo:

No começo da primeira temporada, Jonathan Bailey estava usando sua própria barba para encorpar as costeletas. Porém, durante as gravações, ele precisou tirar tudo por um compromisso profissional e aí a equipe de maquiagem usou apliques. Talvez seja isso que causou incômodo em muitas pessoas? Eu particularmente achei que a caracterização dele está impecável, o perfeito lord inglês que começou a temporada bem e foi se correndo numa paixão obsessiva e um impulso auto-destrutivo. A costeleta muito pontuda de certa forma acentuava esse visual dissipado, então pode ser que na segunda temporada haja alguma mudança sutil no visual para indicar a transformação do personagem. Mas, apesar da qualidade da foto da segunda temporada, parece que há uma costeleta ali, sim.

Como sempre, nos resta esperar. Estamos, como sempre, ansiosas!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!

Esse blog é parceiro da página Julia Quinn Brasil. Curta a página no FacebookTwitter e Instagram para não perder nada!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!

Bridgerton confirma 3 e 4 temporadas e Shondaland comenta reação do fandom à saída de Regé-Jean Page

E a semana começou do melhor modo possível para o fandom de Bridgerton! A série foi oficialmente renovada para a terceira e quarta temporada. Duas de uma vez, assim, sem nem estrear a segunda! As Benophie e Polin Stans respiram aliviadas, né? E, no mesmo dia, tivemos uma entrevista incrível de Shonda Rhimes e Betsy Beers à Vanity Fair comentando o sucesso, a renovação e a saída de Regé-Jean Page da série. A entrevista na íntegra pode ser lida aqui.

A esta altura do campeonato, se você não vive em uma bolha, já sabe que o intérprete do nosso Duque de Hastings saiu de Bridgerton, provavelmente por conta de uma agenda lotada e restrições de covid-19 complicando a mudança rápida de um set para outro. Mas Palma Palma não priemos cânico! Como desconfiávamos, Shonda não passou a faca em Simon, ele não está morto. Inclusive, Shonda achou muito curiosa a reação (de parte) do fandom da série. “Fiquei muito chocada, porque geralmente isso acontece quando mato alguém que está por aí há um tempo. Tipo, nós não o matamos, ele ainda está vivo! [Regé-Jean] é um ator poderoso e incrível e isso significa que fizemos nosso trabalho – a cada temporada, nosso trabalho é encontrar as pessoas certas e montar esse incrível romance que muda o mundo. Não sei se esperava essa explosão, visto que cada livro [da série Bridgerton ] é um romance diferente. Qual seria o “felizes para sempre” desse par? Quero dizer, sério: o quê Regé-Jean faria, você sabe o que quero dizer? Nós demos a eles seu felizes para sempre! E agora temos esse próximo casal chegando. E então sim, eu fiquei tipo, uau!.”

Só estou trazendo este assunto a tona novamente (sim, eu também não aguento mais o tanto de bait que está rolando até hoje) porque a dona da porra toda também comentou. Esta que vos fala é uma fiel defensora do elenco de Bridgerton e acredito que Jonathan Bailey e Simone Ashley vão arrasar! Regé-Jean Page deu sua contribuição de maneira sublime e sim, nos deixou querendo mais, mas essa é a mágica de um bom ator. No caso, nunca foi descartada a possibilidade de que, em um futuro covid-free, ele possa fazer uma aparição. Mas a verdade é que a presença de Simon é um acessório nos livros/histórias de outros casais, podendo ser adicionada ou retirada conforme a disponibilidade do ator. E sabemos que se tem uma pessoa com agenda cheia, graças ao sucesso da série e do personagem, é Regé-Jean Page.

“É exatamente o tipo de história que gostamos de contar”

E falando sobre o sucesso de Bridgerton, Shonda comentou”estava prendendo a respiração” e que não sabia o que esperar. “Vamos continuar sendo alunos que obtiveram nota máxima?”, ressaltando que ela e Betsy estavam muito focadas no projeto da série, “sabíamos o que queríamos que fosse”.

Parece tão diferente porque é a Era Regencial e é [uma série] de figurinos. Mas, para nós, acho que a história é exatamente o tipo de história que gostamos de contar˜, afirmou Betsy Beers. ˜Quando Shonda descreveu o conceito da série de livros, parte do meu cérebro disse: Esta é tão obviamente uma série, porque a genialidade dessa mulher ter tantos filhos é que todos eles precisam se casar, e todos deveriam se casar por amor. A marca de algo delicioso, eu acho, é quando você não consegue ver o fim. Também há algo sobre contar uma história que tem aspectos incrivelmente modernos, mas em um período específico, o que torna estranhamente mais relaxante para muitas pessoas. É a realização de um desejo, mas ao mesmo tempo é sobre uma mulher descobrindo quem ela é˜, completou.

Shonda continuou no mesmo tom: ˜O que eu gostei foi a capacidade de explorar as coisas do ponto de vista de uma mulher. Eu queria que o olhar feminino que acontecia nos livros acontecesse na televisão. Mas ainda mais do que isso, o que foi legal podermos fazer na Netflix é contar uma história fechada. Aqui está esta temporada; aqui está um romance totalmente formado. [Na rede de televisão] você tem que pegar esse romance e esticá-lo pelo máximo de temporadas possível, e continuar inventando motivos pelos quais eles estão tendo um novo conflito”. E ainda bem, o único conflito aceitável em Bridgerton é sobre os homens cabeça duras que não querem casar com mulheres perfeitas (ou quase) ou sobre o Taco da Morte.

E sobre a renovação para tantas temporadas, elas comentaram sobre as dificuldades de se planejar algo com tanta antecedência. Provavelmente, a luz verde para outras temporadas se deve à necessidade de organizar a agenda de tantos atores diferentes, bem como as locações externas, por questões de custo e também de disponibilidade. Mas o ponto focal de Shonda e Betsy, no momento, é abrir caminho nas histórias dos personagens. “Para construir esse mundo, temporada após temporada, é preciso muita preparação. Em termos de desenvolvimento, é incrível porque você pode começar a plantar sinalizadores conforme avança”, disse Shonda.

Vem mais por aí

Isso significa que teremos todas as histórias dos Bridgertons? Aparentemente, sim! Shonda comentou até sobre Hyacinth: “Há oito Bridgertons. Então, quando você chegar à [pré-adolescente] Hyacinth – oh, meu Deus, ela já terá crescido. Obviamente, não vamos casar uma criança! – vamos crescer Hyacinth e você vai ver a história dela também”. Se a quarta temporada for sobre Colin e Penelope, a história terá dado um salto temporal, podendo abarcar mais de um personagem. Mas, a gente espera que até lá já tenham confirmado a quinta, sexta, sétima e oitava temporada!

Mas, falando sobre a segunda, a reportagem confirmou que eles começaram a gravar esta semana. Dois stories de pessoas ligadas à produção também nos levam a acreditar que Bridgerton já está gravando, provavelmente com alguns atores primeiro, para depois, quando a vacinação estiver ainda mais avançada, gravarem cenas maiores. E, no verão, a previsão é gravar as cenas externas. Resta saber se a produção vai visitar os locais que já conhecemos da primeira temporada ou se vão conseguir permissão para construir um set.

Muitos atores já estão se preparando, como Golda Roshevel, nossa Rainha Charlotte, e a fofíssima Charithra Chandran, que será Edwina Sharma (Sheffield nos livros). Enquanto isso, seguimos aguardando uma migalha qualquer, uma foto de claquete, de cachinhos de peruca, um lenço, qualquer coisa para acalmar o coração das fãs desesperadas.

Esse blog é parceiro da página Julia Quinn Brasil. Curta a página no FacebookTwitter e Instagram para não perder nada!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!

Não se esqueça de curtir a página do Costurando o Verbo no Facebook e me siga no Twitter!