Bridgerton estreia no Natal!

Revelada finalmente a data de estreia e as primeiras fotos oficiais da família mais fértil da alta sociedade! Bridgerton chegará à plataforma de streaming no Natal! Pontualmente às 5h da manhã, no horário de Brasilía, estaremos lá, vidradas para assistir a esta adaptação tão aguardada pelo fandom!

Tudo começou na quarta-feira, às 16h, com algumas páginas sendo inclusas no Melhores Amigos do story da conta oficial de Bridgerton. A Julia Quinn Brasil, página da qual faço parte, e o The Bridgerton Observatory, blog colabortivo que fundei com outras páginas, estavam na lista e o surto foi geral! O que será que eles iriam nos contar?

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Jonathan Bailey fala sobre Bridgerton à Style Magazine Italia

Pra fechar setembro com chave de ouro, foi publicada nesta quarta-feira, 30, a entrevista que Jonathan Bailey concedeu à revista Style Magazine Italia, do grupo Corriere Della Sera. Se você caiu de paraquedas aqui, saiba que Bailey interpretará Anthony Bridgerton na adaptação da Shondaland para a Netflix dos livros da Julia Quinn, que deve estrear ainda este ano.

Traduzimos a primeira parte da entrevista, transcrita abaixo. O bate papo com nosso ator querido está incrível e ele fala coisas SUPER interessantes sobre Bridgerton. Confira:

Casos de amor, casamentos de interesse e intrigas. A nova série da Netflix, Bridgerton, é um retrato de uma sociedade de aparência, um pouco romance de Jane Austen, um pouco sexy na esteira de La Favorita, com a quantidade certa de drama familiar no estilo Downton Abbey, mas “tão moderno que poderia quase se passar nos dias atuais “, entusiasma-se Jonathan Bailey, por sua grande oportunidade de realmente se tornar um ator internacional interpretando o nobre inglês por excelência do início do século XIX, que aos 28 anos se encontra à frente de um clã de sete irmãos e irmãs. Aquele que “deve desempenhar o papel de irmão e filho amoroso e, em vez disso, ama as mulheres e os prazeres proibidos”.

O período da regência foi menos representado do que outros momentos da história britânica, mas o cinema está repleto de drama de época. Eles ainda fazem sentido hoje?

Nossos instintos são os mesmos, tanto em 2020 quanto em 1820, e observando-os em um contexto restritivo e opressor como a Inglaterra do século XIX, onde a vontade do indivíduo foi sufocada, a sexualidade foi reprimida e houve uma forte divisão entre as classes sociais, destaca ainda mais. Cada um de nós em algum momento de sua vida se sentiu forçado a um papel devido às expectativas dos outros, assim como os personagens de bridgerton.

Mulheres mais que homens, mas …

Só na aparência: é claro que todas as decisões cabem aos homens, por exemplo é Anthony quem decide quem deve se casar com Daphne, mas eles também são forçados a reprimir seus sentimentos, o que os torna incapazes de viver uma vida feliz. A sociedade patriarcal distraía ambos os sexos.

Bridgerton também tem a vantagem de cercar a rainha Charlotte com uma corte que não é exclusivamente branca: a incrível senhora Danbury é interpretada por Adjoa Andoh, Regé-Jean Page faz o papel do duque Simon Basset e Martins Imhangbé como seu melhor amigo. Vale a pena abrir mão da exatidão histórica para ser politicamente correto?

Decidimos fazer o oposto do White Washing pelo qual tantos momentos históricos passaram. Aqui, a questão é ser fiel aos acontecimentos contados nos livros de Julia Quinn dos quais a série é tirada, não ser historicamente preciso, de modo que também podemos imaginar que na época da Rainha Carlota poderia ter havido uma corte “inclusiva”. A beleza do filme de fantasia é a liberdade dada aos atores para modelar personagens, para torná-los atuais.

A quarta temporada de The Crown também chegará ao Netflix nos próximos meses: você já se perguntou por que o público ainda é tão fascinado pela nobreza?

Todos nós amamos o que não podemos ter, que está fechado para nós. Mesmo sem chegar à Família Real. Pense, por exemplo, no mundo das irmãs Bennet e do Senhor Darcy do Orgulho e Preconceito: elas eram muito mais baixas na hierarquia social, mas foram representadas inúmeras vezes em filmes de época. Pessoalmente, o que mais me intriga no mundo dourado da aristocracia não são as festas e os privilégios, mas o que está sob a superfície: eu me pergunto qual é o custo humano dessa vida. Os personagens de Bridgerton sempre fingem ser algo diferente de quem são: o verdadeiro drama é a distância da verdade em uma sociedade de aparência, é isso que nos intriga neles.

Jonathan Bailey, 32 anos, é conhecido do público italiano por interpretar o repórter Oliver Stevens na série policial britânica Broadchurch. No outono, estrelará Bridgerton na Netflix. (foto: Hew Hood/Style Magazine Italia

A sociedade das aparências naquela época era diferente da nossa?

Se na época o classismo se baseava na distância entre as pessoas, com os aristocratas que faziam de tudo para limitar o que as pessoas podiam saber sobre eles, hoje as redes sociais nos permitem “nos aproximar” de personagens que de outra forma apenas idealizaríamos e isso faz com que a alta sociedade [nos moldes antigos, aristocrática] não existe mais. Nunca soubemos tanto sobre a Família Real, mas acho que não é bom (sorrisos).

Confira a segunda parte da entrevista, em que ele fala sobre carreira e vida pessoal!

Por falar em realeza, você começou no teatro como Rei John da Royal Shakespeare Company: o palco continua sendo seu primeiro amor?

Um amor que só cresceu desde que vi pela primeira vez um musical, Oliver, quando criança. Amo a experiência de estar no teatro, antes de qualquer coisa como espectador, é mágico. Mas, como ator, devo admitir que é muito mais cansativo do que no cinema.

E a dublagem do protagonista de jogos, de Anthem até Final Fantasy XIV, como aconteceu?

Essa foi uma das coisas mais divertidas que eu poderia fazer. Eles têm uma base de fãs realmente enorme e eu os considero uma forma de arte incrível, bem como uma indústria próspera. Joguei muito quando era criança e os redescobri durante a quarentena.

Ouça a voz de Jonathan no vídeo abaixo. Ele é o personagem Gunther:

Ai que voz maravilhosa

Que papel você sonha interpretar?

Acho melhor eu não saber, prefiro ser estimulado lendo um roteiro. O importante é trabalhar com pessoas que tenham uma ideia bem definida do seu personagem: isso o torna mais forte, você já imagina na página antes mesmo da caracterização. Mas posso dizer que gostaria de interpretar alguém que fosse muito parecido comigo, que me contasse a minha realidade, gostaria de saber como me sentiria. Parece um paradoxo, mas acho que Hamlet nunca poderia interpretar Hamlet.

E poderia Hamlet um dia ser mulher? Graças ao seu papel como Jamie em Company, que originalmente era Amy, você ganhou o prêmio Laurence Olivier de Melhor Ator Coadjuvante em Musical.

Amy se tornou um homem, sim, mas homossexual, e não é por acaso: acredito que mulheres e gays, embora de maneiras e em níveis diferentes, são ambos minorias oprimidas. Em Company o objetivo era modernizar a reflexão sobre o casamento, colocando o homem em crise, pois, como o casamento gay já é legal em muitos países do mundo, quase parece que é preciso casar. Em geral, porém, não acho que devemos jogar papeis femininas nos homens, tanto porque são experiências estritamente femininas, mas, sobretudo por causa de papéis masculinos complexos, eu diria que já existem o suficiente. As mulheres estão finalmente recebendo papéis com uma complexidade emocional nunca antes vista: é interessante vê-las atuando como protagonistas em uma sociedade há muito dominada por homens, às vezes muito fracos, outros brilhantes.

Bailey não é um novato na ambientação histórica: em 2011 interpretou da Vinci na série da BBC, Leonardo. (Foto: Hew Hood/Style Magazine Italia)

Quem é Jonathan Bailey quando ele não está no set?

Um menino que adora estar na natureza. Acabei de terminar uma semana de ciclismo no interior da Inglaterra, onde percorri cerca de 700 quilômetros. Acho que, se não atuasse como ator, sobrevoaria regularmente o interior da Cornualha.

Eu li uma entrevista antiga que quando garoto você sonhava em se tornar um piloto.

Acho que estava tentando tranquilizar meus pais que me acomodaria e encontraria um emprego estável (risos). Mas na realidade talvez eu pudesse ter me tornado professor, não porque necessariamente acho que tenho sabe-se lá o quê a transmitir, mas acredito nos jovens, mas pode ser que seja por que recentemente passei um tempo com minha sobrinha de seis anos. Mas não é como se eu realmente tivesse escolha [de atuar], o destino fez isso por mim.

Deve mais ao destino ou à sua força de vontade?

Não venho de uma família de atores ou artistas, então quando aos sete anos me ofereceram o papel de Tiny Tim em Um Conto de Natal, de Charles Dickens, que seria encenada no Barbican em Londres, simplesmente agarrei a oportunidade. Muitas crianças que amam teatro vão para a escola de teatro, mas como cresci em uma pequena cidade em Oxfordshire, não teria muita escolha a não ser entrar para o time de basquete. Sempre serei grato por essa chance, mas nunca foi um caminho fácil. Acredito no trabalho árduo, que sempre compensa.

Em determinado momento, alguns de nós se sentiram forçados a um papel devido às expectativas dos outros

Jonathan Bailey em entrevista para a Style Magazine

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Qual será a classificação etária de Bridgerton?

Além da data de estreia, outra informação que corrói o fandom de Bridgerton de curiosidade é qual será a classificação indicativa da série. Um tempo atrás, alguns fãs notaram que a informação +13 apareceu na página destinada à Bridgerton no catálago da Netflix e as especulações começaram. Será que teremos as cenas quentes que tantos fãs adoram nos livros?

Nessa semana Nicola Coughlan, que vai interpretar Penelope Featherington, revelou em entrevistas que a série é um drama de época que você preferiria não assistir ao lado de sua avó. “É muito ousado, certamente não é um drama de época para assistir com sua avó. Se você assistir com ela, talvez se esconder atrás de uma almofada seja provavelmente a melhor coisa a fazer.”

Atualmente, a série está sem nenhuma informação a este respeito, mas essas dicas dadas por Nicola Coughlan nas entrevistas desta semana nos levam a crer que Bridgerton terá cenas picantes, sim.

Mas, de qualquer modo, a classificação pode ser em 14 ou 16. Isso porque cada faixa etária têm níveis aceitáveis de sexo, nudez, violência e drogas.

A seguir, confira exatamente o que cada classificação indicativa permite. Colocamos também o que seria mais ou menos o equivalente nos EUA, mas tenha em mente que não é regra, é só uma aproximação.

Menores 12 anos (equivalente ao PG nos EUA)

Cobra Kai tem sua dose necessária de violência, sem ser ofensivo

Séries com essa classificação tem atos violentos, mas que não sejam gráficos. Morte natural ou acidental com violência, presença de sangue, situações degradantes, entre outras. São permitidas cenas com nudez velada, insinuação sexual e masturbação não explicita, palavrões e simulação de sexo. É permitido até apresentar consumo de drogas, medicamentos, menção à drogas ilícitas e discussões sobre legalização.
Séries com essa classificação: Cobra Kai e Anne With an E

Menores de 14 anos (equivalente ao PG+13 nos EUA)

Como não lembrar da cena hilária de todo mundo louco com os cookies da Michelle?

Aqui o nível começa a aumentar. È permitido morte intencional, preconceito, exploração sexual, nudez moderada, erotização, relação sexual e prostituição. É permitido também a insinuação ao consumo de drogas ilícitas, descrições verbais do consumo e tráfico. 
Séries com essa classificação: Mary Shelley, Sherlock e Derry Girls.

Menores de 16 anos (Equivalente ao R nos EUA)

Jamie do Céu

Agora o que era apenas uma insinuação se torna mais explícito, apresentado em cena. Crimes de ódio, suicídio, tortura, mutilação, banalização da violência e até violência gratuita. A nudez total é permitida, bem como cenas intensas e longas de relações sexuais. No quesito drogas, é permitido apresentar produção ou tráfico de qualquer droga ilícita, consumo e indução ao consumo de drogas ilícitas. 
Séries com essa classificação: Lúcifer, Cursed e Outlander

Maiores de 18 (Equivalente ao NC-17 nos EUA) 

Toss a coin to your Witcher ou ele te corta no meio

Para um filme ou série ganhar essa classficação, ela tem que ter coisas muito pesadas, como elogio ou apologia à violência, crueldade, cenas de sexo explicito, situações sexuais complexas, como incesto, fetiches, pornografias, e fazer apologia ou elogio no que diz respeito às drogas.
Séries com essa classificação: The Witcher, Versailles e Peaky Blinders

A gente só quer uns popôzinhos, uns abdomens, a cena do Benedict saindo do lago… e todas as outras

Perceberam como os níveis vão, aos poucos, subindo e mostrando cenas mais explícitas? Bridgerton vai ser picante, teremos o romance e a tensão sexual entre os personagens, mas não acreditamos que será a ponto de ter uma classificação +18. Dá pra apresentar muitas coisas e ter uma classificação 16 ou mesmo 14.

Até porque, quanto mais alta a classificação, menor é o público que pode assistir àquela produção (legalmente), logo, menor a rentabilidade. Sanditon, por exemplo, que é uma série que eu tenho certeza que tem o mesmo feeling de Bridgerton, tem classificação PG-13. E esse gif do Theo James diz tudo que eu preciso dizer.

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Claudia Jessie – Bridgerton Cast

Depois de um tempo de férias, voltamos com os posts do The Bridgerton Observatory! Confira um trecho do perfil de Claudia Jessie, feito pela Bridgerton Fanpage, e não esqueça de ver também o post original!

 



Vida

Nascida em Moseley, Birmingham (Reino Unido), Claudia cresceu em diversos lugares pela Inglaterra e pela Europa. Aos 14, ela deixa a escola para estudar em casa. Mas aos 17 anos, ela retorna à sua terra natal encorajada pela mãe, que trabalha na limpeza de casas em troca de aulas de balé para Cláudia. O pai dela, quando ainda estava lá, brigou com os oficiais de justiça na porta. “Eu não vim de um lugar financeiramente estável, então ver a recompensa para eles é inacreditável. Isso significa tudo para mim. É a minha conquista de maior orgulho. ”

Ela sofreu crises de pânico e medos extremos desde a infância. “Eu era como a despersonalização, que é o resultado de viver muito com medo e trauma.” Claudia e sua família descobriram que é muito útil praticar o budismo Nichiren, um ramo japonês da religião. Ela medita pelo menos uma hora por dia, geralmente a partir das 4h30. “Ele me apoiou infinitamente”, diz ela. “Quanto mais eu resistia a esses sentimentos, pior me sentia. Quanto mais eu me sentava com eles, meditando, mais facilmente eles passavam. ”

Esta é uma das razões pelas quais ela não usa as redes sociais, nem Twitter, Instagram ou Facebook.

“A mídia social me provoca mais ansiedade, olhar para as imagens de outras pessoas e comentários sobre mim, e tenho uma propensão natural a não ser muito legal comigo mesmo. Isso é comum entre todos nós. Mas o meu parece perigoso. Meu monólogo interior – ela pode ser muito má, ”

Claudia Jessie em entrevista para https://www.belfasttelegraph.co.uk/

Leia o artigo completo no The Bridgerton Observatory!

The Bridgerton Observatory

Wonder who is the person playing Eloise Bridgerton? Find out everything you need to know about Claudia Jessie in this article!

Life

Born in Moseley, Birmingham (United Kingdom), Claudie grows up moving around England and Europe. At 14, she leaves school to be homeschooled. But when she is 17 years old, she returns to her birthplace with the encouragement of her mother, who works on cleaning houses to give ballet lessons to Claudia. Her dad, when he was still there, fights off the bailiffs at the door. “I didn’t come from a financially stable place, so seeing the payoff for them is unbelievable. That means everything to me. It is my proudest achievement.”

She has endured panic attacks and extreme fears since childhood. “I was like depersonalization, which is the result of living long with fear and trauma.” Claudia and her family have found it really helpful practicing Nichiren Buddhism…

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Bridgerton: a covid-19 pode impactar a segunda temporada?

Netflix e Shondaland nem anunciaram a data de estreia da primeira, mas nós já estamos pensando na segunda temporada de Bridgerton! Principalmente por que sabemos que a covid-19 vai mudar muito a forma de trabalhar em grandes produções. E Bridgerton, que já mostrou ter uma operação de proporções gigantescas, não vai ser diferente.

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