Campanha do Remembrance Day exalta veteranos de guerra

Na décima primeira hora, do décimo primeiro dia do décimo primeiro mês, é observado o Dia do Armísticio, dia que marcou o fim oficial da 1ª Guerra Mundial. Já expliquei aqui no blog sobre o Remembrance Day e como esse dia serve de lembrança aos soldados que deram suas vidas para as guerras enfrentadas pelo Reino Unido e Commonwealth. Se você recentemente viu alguma notícia sobre algum dos países que formam essa comunidade (como o Canadá ou a Austrália, por exemplo), deve ter reparado na flor vermelha que todos levam na lapela. No post explico a origem do uso dessa flor, é lindo e triste ao mesmo tempo! 

23318971_1657650310923459_7297374328141710790_nEste ano, o Remembrance Day será observado no dia 12 de novembro, como é costume fazer as cerimônias oficiais no segundo domingo de novembro. A Família Real deve participar e como nos anos anteriores, a Rainha Elizabeth II depositará uma coroa de papoulas no monumento Cenotaph, em Whitehall. Os dois minutos de silêncio serão realizados e ao final, o toque The Last Post será apresentado pela infantaria. A Royal British Legion fará o tradicional evento no Dia do Armísticio, que convenientemente cai num sábado, no Royal Albert Hall para homenagear os soldados mortos e veteranos de guerra. Continue reading “Campanha do Remembrance Day exalta veteranos de guerra”

Olá Querido Professor

Estava lendo um texto daqueles do Dia do Professor (15/10, já passou eu sei) e reparei o quanto algumas pessoas se esforçam para agradar os professores.

Na faculdade já perdi as contas de quantos professores tive. O engraçado é perceber que aqueles que tem mais conhecimento, são doutores, tem duzentas formações, são pessoas simples que não se gabam de seus conhecimentos. É muito mais aquela coisa “eu sei, você sabe que eu sei e agora eu vou te contar”. Isso claro, quando a humildade do aluno o permite também né.

Digo isso porque lembrei que ouvi chamarem um professor de Mestre. Serio, acho a coisa mais forçada do mundo. Primeiro porque o tal professor é Doutor. Segundo porque soa falso, puro e simplesmente. Lembro de Chaves ou pior, de um quadro super velho da Praça é nossa em que o Golias fazia um profeta é o povo gritava, Ó Messsstre! Fake e ponto.

Mas o que me levou  a essa reflexão foi pensar que dos professores que já tive, quem realmente poderia se gabar nunca o fez. E aqueles professores medianos, que estão ali para cumprir um papel, adoram encher a boca para falar que são doutores e que escreveram livros (e ainda mandam você comprar o livro).

Eu quero ser professora. Quero passar o conhecimento para os demais e quero poder falar daquilo que gosto: o jornalismo. Acho que ser professor/a é isso. É quando você faz com amor, com paixão, quando a materia que você explica corre nas suas veias. E não porque “faço isso há tanto tempo que já nem sinto mais” e vai lá e passa um power point.

O interesse do aluno na aula é diretamente proporcional ao afinco do professor em explicar a matéria. Semana passada vi alunos que nunca pararam pra estudar, se debruçarem em livros pra responder à altura a prova do professor mais chablablau da FIAM.

Assim como já vi alunos nem aí pra materia, que nem era tão dificil, simplesmente porque o professor dava uma aula “de qualquer jeito”. A responsabilidade não é só do professor, mas acredito sim que grande parte dela recai sobre os ombros do Teacher/Mestre/Fessor/ Profis/ coloque aqui o seu modo de tratar o professor.

Afinal, ele é quem manda na sala. Tem o poder de passar o conhecimento e tem também o poder de fazer uma conexão com seu interlocutor para que se faça ouvido.

Capisce?

Despedidas são…

…sempre despedidas. Logo, deixam saudade no momento em que você vira as costas.

A gente sabe que vai ser melhor. Sabe que é isso que eu quero. Sabe que não vai perder o contato. Sabe que vai morrer de saudades. Eu já estou morrendo.

Foram nove meses maravilhosos. Uma gestação ahaha. E dessa “gravidez” nasceu uma jornalista melhor, com uma escrita melhor e um olhar mais apurado. Aprendi tanto nesse tempo, que nem sei mais quem eu era antes. Egocêntrica e rainha de si, talvez. Hoje sou muito mais consciente e sei que meu texto sempre pode melhorar. E que não se separa sujeito do verbo, né Mi?

Aai, me dói pensar que não vou mais chegar todo dia esbaforida de caminhar na Gabriel Monteiro da Silva, que não vou ter as mesmas brisas loucas com vocês, que não vou ficar cantando loucamente John Mayer ou Backstreet Boys com a Vê… Não vou mais ver o Dê reclamando, nem a TPM do Diego, e meeeeu, não vou poder surtar junto com a Fê quando sair alguma coisa de Breaking Dawn. Não vou ver mais a Mi falando que as coisas não fazem sentido ou reclamando do nosso gosto musical. Nem vou ver mais a Rê chegando putissima da vida e dps de um chocolate -talvez- ela fique de bom humor. Ou encha nossa caixa de entrada. hahahaha… É, eu vou sentir muita falta de vocês.

U é redação!!

ONNEzetes, vocês mudaram minha vida. Me mostraram que  é possível ter um ambiente de trabalho gostoso, como uma família, um monte de amigos e ainda assim fazer o site girar.

Me desculpem se fiz algo que ofendeu alguem algum dia. Amo vocês seus gardenais… E podem continuar me marcando em groselha no FB tá?

Mando noticias de onde estiver.

Inté.