Kensington Palace – Regencial no Séc 21

No dia 31 de agosto, faz 20 anos que Lady Diana, princesa de Gales, morreu em um acidente de carro em Paris. Não acho exagero dizer que o mundo entrou em luto ao perder um de seus grandes ícones. Os portões do Kensington Palace foram inundados com flores e homenagens. Por isso, como forma de tributo, vou contar hoje na série Regencial no Séc 21 a história desse palácio que ficou mundialmente conhecido como a casa de Lady Di. Continue reading “Kensington Palace – Regencial no Séc 21”

Jane Austen é romance e muito mais

Ontem me deparei com esse texto – longo, diga-se de passagem – sobre como a obra de Jane Austen foi reduzida a “literatura cor-de-rosa”. Minha primeira reação, antes mesmo de ler, foi de querer bater em quem escreveu. Entra naquele velho clichê de que romance não é livro sério – e francamente, a gente já tem inimigos demais do gênero pra que alguém que gosta de Jane Austen queira pontuar essa distinção de forma pejorativa.

Mas, segui. Continuei lendo. E entendi a reflexão do texto (apesar de continuar detestando a parte que coloca a “literatura cor-de-rosa” como algo ruim, de má qualidade – mesmo que no final a autora se explique melhor). Bom, só esse nome já deveria ser abolido, porque reforça o estereótipo de que é uma coisa de mulherzinha-desmiolada. Continue reading “Jane Austen é romance e muito mais”

Precisamos falar sobre Dan Stevens

Eu sei, eu sei, talvez eu esteja um pouco obcecada com Dan Stevens. E, sinceramente, não é por causa de A Bela e A Fera. Uma breve biografia: ele é de Croydon, na Grande Londres (por que será que amo?), nasceu em 10 de outubro de 1982, é muito bem casado com Susie Harriet (que pelo que pesquisei, é cantora de jazz e também já atuou em musicais). O casal tem três filhos, que devem ser as coisas mais lindas desse mundo, com dois faroletes no lugar dos olhos, pois ambos os pais tem olhos azuis.

Já o conhecida desde Downton Abbey. Me apaixonei perdidamente por aqueles lindos olhos azuis nas primeiras cenas em que ele e Mary trocam farpas. Tanto é que depois que ele saiu da série, nunca mais consegui assistir. Ele queria alçar novos vôos e tenho plena certeza de que está chegando a novas altitudes a cada ano que passa.

DOWNTON
Para mim, é o perfeito Hugh Prentice (A soma de todos os beijos, Julia Quinn)

Recentemente, a minha febre voltou com a espera por sua interpretação como a Fera. E não me decepcionei nem um centésimo. Há quem diga que foi uma Fera morna, que não viu graça. Sei lá que filme esses pessoas viram, mas não foi o mesmo que eu! Apesar de todo aquele pelo em CGI, via as expressões rabugentas dele ou quando os olhos sorriam. Quando fiquei sabendo que elas foram gravadas separadamente e o quanto todo o processo de se tornar Fera foi desafiante para ele, fiquei ainda mais admirada.

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