Woman’s Worth


Ouvindo a música da Alicia Keys, A Woman’s Worth, fiquei aqui pensando… Ela fala de tudo que uma mulher precisa e de tudo que vocês homens devem nos dar, porque nós merecemos.

E o que nós mulheres merecemos? Perguntei Merecemos e não o que queremos, até porque o querer de uma mulher muda muito fácil.

Uma mulher merece respeito. Sempre. Não importa sua relação com ela, o respeito é a regra número um para qualquer relação no mundo.

Na música ela fala em vários bens materiais, cruzeiros etc que o homem pode comprar pra ela, porque ela merece. E nós merecemos! Afinal, aturamos vocês homens… Mas brincadeiras a parte, volto a falar do respeito e do valor que vocês homens devem dar à nós mulheres. Que fique claro, vocês não precisam nos pedir em casamento. É só ter consideração e respeito.

Quando ela diz na música She will and she can Find a man who knows her worth (Ela pode e ela vai achar um cara que saiba o seu valor) é porque nenhuma mulher deve se submeter a ficar com um cara sem que ele lhe dê valor. Não importa o tipo de relacionamento que eles têm. E também porque uma mulher vai achar fácil e rápido alguém que faça o que você não teve a capacidade de fazer.  Simples assim!

Cuz a real man knows a real woman when he sees her And a real woman knows a real man ain’t ‘fraid to please her (Porque um homem verdadeiro reconhece uma mulher de verdade quando ele a vê E uma mulher de verdade sabe que um homem verdadeiro não tem medo de lhe satisfazer)

Feminista Mode Off
PS: Talvez eu tenha sido bem repetitiva nesse post, mas é que achei extremamente difícil encontrar sinônimos para merecemos, respeito e relações/relacionamento. Sorry =/

Categories Eu

Sucker Punch

Olá pessoas do meu Brasil Varonil… Viadagens a parte (até pq sou mulher), escrevi este texto para o site em que trabalho, mas como estamos com um sério problema no sistema vou postar aqui porque ele deu um trampo absurdo pra fazer e não quero perder. O trampo foi por que ainda não assisti o filme e olha, ele parece ser meio confuso! hahaha Mas fiquei muito interessada e quero assistir. Aí depois posto a crítica para vocês não lerem, pq quem acessa isso aqui? lerem.


Sucker Punch – Mundo Surreal

Abra sua mente. Viaje para um universo totalmente paralelo, onde você conseguirá a liberdade que tanto procura. Um tanto confuso, não? Mas em “Sucker Punch – Mundo Surreal” a realidade e a ficção andam lado a lado. Baby Doll é uma jovem que acaba de perder a mãe, mata acidentalmente a irmã e o padrasto a interna em um hospício com a intenção de submetê-la a uma lobotomia (lavagem cerebral). Totalmente sozinha e à mercê de uma equipe de enfermeiros corruptos, Baby Doll tem apenas cinco dias para conseguir fugir do lugar.

Dentro da Casa Lenoxx, Baby Doll é obrigada a participar das terapias teatrais ministradas por Vera Gorsky. É nesse momento que ela conhece suas amigas Sweet Pea (Abbie Cornish), Blondie (Vanessa Hudgens), Amber (Jamie Chung) e Rocket (Jena Malone). Durante as aulas de dança  Baby é transportada para um mundo paralelo, onde o manicômio vira um bordel e em um tipo de “sonho dentro do sonho” elas entram em uma luta para encontrar vários objetos que possibilitarão a fuga delas do lugar.

Ambientado nos anos 1950, o filme explora de uma maneira muito surreal – tal qual o nome do filme – a vulnerabilidade de um grupo de cinco garotas, transformando-as em guerreiras sexies e cheias de atitude.  Mas o diretor Zack Snyder não fez um longa só com lutas e batalhas. A sensualidade faz parte da trama, especialmente nos trechos ambientados no bordel, quando uma garota por vez faz um número de dança, projetado por Zack (e equipe) especialmente para cada personagem.

O filme promete levar aos cinemas não só os machões atrás de lindas mocinhas lutando como homens sem perder o sex appel, o que brinca com a libido masculina,  mas muitas mulheres que se mostraram interessadas no enredo do longa-metragem.  (Tipo eu)

The Beatles

Como bem devem saber, sou uma apaixonada pelo quarteto de Liverpool. Na última semana, li uma minibiografia (se é que isso existe) sobre John Lennon. Gostei muito e fiquei triste em terminar de ler tão rápido. Mas aí fiquei pensando mil coisas (como era de se esperar da minha cabeça inquieta).

Os Beatles aconteceram há mais de 40 anos e ainda hoje fazem sucesso. Foram precursores da loucura, histeria, fanatismo e do amor de pessoas comuns por gênios da música. Claro que não podemos esquecer de Elvis, mas isso é outro assunto.

A questão que fiquei matutando foi a seguinte:

Os Beatles tinham corte de cabelo meio “tigela”, escovadinho, o tal moptop. Tal como o Bieber usa. Só que eles não eram muito zuados e nem chamados de gays coisas de baixo calão. Claro, eles eram os Beatles e o penteado era moda!
Eles eram uma banda só de homens, usavam roupas iguais, cabelos iguais, cantavam juntinhos e faziam trejeitos ao cantar. Mas ninguém falavam que eles eram uma boyband. Claro, eles eram os Beatles e o talento aflorava deles.

John, Paul, George e Ringo começaram usando tudo isso que já citei acima, fazendo deles uma coisa meio uniforme, bonitinha esteticamente, ou seja, vendável. Mas ninguém os chamava de vendidos e burros, porque eles realmente tinham muito talento.

Apesar de no início serem muito iguais esteticamente, cada um tinha uma personalidade completamente diferente do outro e essa pluralidade é o que fazia dessa banda uma coisa sem igual.  E conforme os anos passaram essas diferenças foram exteriorizadas.

Por favor, não me entendam mal. AMO Beatles. Mas fiz essa comparação e avaliação para ver que se o mundo musical hoje é o que é (mesmo sendo um lixo a maioria das vezes) nós temos que olhar para trás para entender o que acontece.

É a velha história do nada se cria, tudo se copia. E se hoje há filas e mais filas, se o povo grita, se os artistas tentam inovar (copiando o passado, uau ¬¬), e se há essa indústria cultural ridícula, é pq alguém fez algo que deu certo, mas que hoje em dia é deturpado em prol apenas do dinheiro, esquecendo da boa música.

Há hereges quem diga que os Beatles não eram nada. Que Elvis era um e fez a mesma coisa. Que eles eram bundões os bons mocinhos e que os fodões maus eram os Rolling Stones. E daí? Eles não foram só isso. Eles deram voz a uma geração, deram cara a um pessoal que estava cansado de não ter nada, entreteram e levaram alegria para moças descontroladas e expressão para rapazes apaixonados.

Éissaeee

É ficção ou realidade?


A vida é muito louca. Em um dia (um dia normal de aula, em que você chega tarde em casa e quer sua cama) você vai dormir com o mundo aparentemente em paz e acorda com o repórter da Globo News (Sim, eu acordo com o jornal) falando sobre o terremoto/tsunami que atingiu o Japão. Juro que tive que esfregar o sono do meu rosto pra saber que estava realmente acordada.

As cenas que vi na televisão, sonolenta, me confundiram com filmes como o dia depois de amanhã e outros que falam sobre o fim do mundo. Apesar de não acreditar que o mundo realmente vá acabar em 2012, acho que a Terra realmente está dando sinais de que está cansada… Ah, isso está.

Tudo bem, tudo bem, eu li que o terremoto é uma coisa que não tem relação com os “abusos” do homem, pois aconteceria mesmo que o homem fosse a “Madre Tereza de Calcutá” com a natureza. São coisas fora de controle… e assustam muito.

A cena mais bizarra foi a da aguá, preta, suja e devastadora, avançando sobre a terra, carregando tudo o que via no caminho. E o que me surpreendeu, é que em um momento, tinha FOGO sobre a água! Depois eu entendi que explodiu algo na casa etc, mas num primeiro momento a cena é aterrorizante:

Aí, de repente, surgem todos os tipos de afirmações de que o mundo vai mesmo acabar, bla  bla bla…só que estão unindo fatos relativos à urbanização excessiva com acontecimentos naturais. Se o mundo vai acabar ou não, não sabemos.

Mas já está mais do que na hora de sermos um pouquinho mais conscientes e solidários. Pense nisso!