Rock in Rio! Eu FUI!

Agora que consegui parar pra escrever, talvez possa dizer um pouco como foi o show do meu lindo John Mayer…

Eu comecei o show chorando compulsivamente porque até o show do Phillip Phillips (que foi maravilhoso, diga-se de passagem) eu estava razoavelmente perto do palco. Mas foi acabar o show dele e parece que o espaço ficou menor, dei dois passos pra frente e comecei a passar mal com falta de ar e sede (No lugar onde eu estava não chegavam os caras vendendo água e a burra aqui esqueceu de colocar na mochila). Foram dois passos que eu gostaria de nunca ter dado. Resultado, eu passando mal com falta de ar, uma sensação claustrofóbica, meu namorado também com a pressão baixando, resolvemos sair. Só que eu não fazia ideia de que aquele mundo de gente não tinha fim. Conseguimos sair, beber água e melhorar, mas aí faltava pouco pro show começar.

Quando uma lua cheia, imensa, apareceu no telão eu sabia que o show estava começando. Tentei segurar o choro e saber que estava no mesmo lugar que ele. Mas foi ouvir os primeiros acordes de No Such Thing que eu me derramei toda. Chorei como não chorava há tempos e acho que como nunca chorei por um ídolo. Frustração de estar longe, quando eu consegui chegar tão perto.

Mas, conforme as músicas foram passando, nós conseguimos ir um pouco mais pra frente e dava pra ver uma pessoinha lá no palco… E era nessas horas que o meu coração dava saltos! Eu já estava mais feliz, o tanto quanto podia estar e pulava e cantava cada música. Soube mais de uma vez qual música ele ia tocar só pelos acordes que ele dedilhava para testar o violão/guitarra. Pude assistir, nos ombros do meu amor, John Mayer cantando Daughters, pra ter uma visão completa pelo menos da minha música (ou uma das) favorita. E logo em seguida, pude curtir nos braços do meu amor Your Body Is a Wonderland, uma das “nossas” primeiras músicas.

Amei poder ter essa experiência, se pudesse voltar no tempo não daria aqueles dois passos, mas, pelo menos, vi meu ídolo ao vivo e posso garantir que valeu cada centavo, cada espera, cada noite sem dormir de ansiedade. Foi lindo ver a carinha de alegria dele quando o público soube cantar Dear Marie, música do novo álbum, e como ele estava agradecido pelo carinho dos brasileiros.

Quando Gravity começou a tocar, eu quase desvaneci de alegria! O choro nessa hora já era de alegria. Inclusive, acho que eu chorei o show todo (ou quase todo), às vezes de alegria, outras de tristeza. Mas, principalmente, de emoção. O solo final de Gravity me deixou sem palavras e o show acabou comigo literalmente de boca aberta. Não isso não é uma metáfora: eu realmente estava de boca aberta, chocada em como esse artista ainda conseguiu me surpreender e me fazer ser mais fã.

A noite não saiu como eu queria, mudaria muitas coisas, mas vai ficar aqui guardadinho no meu coração essa felicidade. E já estou na torcida para que ele volte para cá ano que vem e eu com certeza irei a um show que seja só dele (arrependida de não ter ido no de SP), porque foi muito pouco no Rock in Rio.

Just Keep Me Where The Light Is… 

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