Sucker Punch

Olá pessoas do meu Brasil Varonil… Viadagens a parte (até pq sou mulher), escrevi este texto para o site em que trabalho, mas como estamos com um sério problema no sistema vou postar aqui porque ele deu um trampo absurdo pra fazer e não quero perder. O trampo foi por que ainda não assisti o filme e olha, ele parece ser meio confuso! hahaha Mas fiquei muito interessada e quero assistir. Aí depois posto a crítica para vocês não lerem, pq quem acessa isso aqui? lerem.


Sucker Punch – Mundo Surreal

Abra sua mente. Viaje para um universo totalmente paralelo, onde você conseguirá a liberdade que tanto procura. Um tanto confuso, não? Mas em “Sucker Punch – Mundo Surreal” a realidade e a ficção andam lado a lado. Baby Doll é uma jovem que acaba de perder a mãe, mata acidentalmente a irmã e o padrasto a interna em um hospício com a intenção de submetê-la a uma lobotomia (lavagem cerebral). Totalmente sozinha e à mercê de uma equipe de enfermeiros corruptos, Baby Doll tem apenas cinco dias para conseguir fugir do lugar.

Dentro da Casa Lenoxx, Baby Doll é obrigada a participar das terapias teatrais ministradas por Vera Gorsky. É nesse momento que ela conhece suas amigas Sweet Pea (Abbie Cornish), Blondie (Vanessa Hudgens), Amber (Jamie Chung) e Rocket (Jena Malone). Durante as aulas de dança  Baby é transportada para um mundo paralelo, onde o manicômio vira um bordel e em um tipo de “sonho dentro do sonho” elas entram em uma luta para encontrar vários objetos que possibilitarão a fuga delas do lugar.

Ambientado nos anos 1950, o filme explora de uma maneira muito surreal – tal qual o nome do filme – a vulnerabilidade de um grupo de cinco garotas, transformando-as em guerreiras sexies e cheias de atitude.  Mas o diretor Zack Snyder não fez um longa só com lutas e batalhas. A sensualidade faz parte da trama, especialmente nos trechos ambientados no bordel, quando uma garota por vez faz um número de dança, projetado por Zack (e equipe) especialmente para cada personagem.

O filme promete levar aos cinemas não só os machões atrás de lindas mocinhas lutando como homens sem perder o sex appel, o que brinca com a libido masculina,  mas muitas mulheres que se mostraram interessadas no enredo do longa-metragem.  (Tipo eu)

O Turista

Finalmente assisti ao filme O Turista, com Johnny Depp e Angelina Jolie.  Confesso que ouvi muitas criticas negativas, o que me assustou, pois com um time desses é difícil não agradar. Mas quando o filme começou, eu entendi o porquê de tanta critica.

Acredito que os críticos se sentiram ultrajados ao ver o brilhante Johnny Depp apático, sem carisma, sem mistério e subserviente ao personagem de Jolie. Frank (Depp) é apenas um professor americano de matemática que está indo da França para Veneza e encontra Elise. É claro que ele se encanta por ela. E fica estático, apático e tudo que já falei. Ela, por sua vez, está estonteante. Angelina Jolie é bem o tipo de Femme Fatale, e sabe conduzir o bobão Frank muito bem.

Até brinquei, falando que Johnny é mesmo um turista, só que nesse personagem. Frank Tupello não tem nada, nada, nada, nada a ver com ele. É mesmo um papel muito comum para ele. Cadê o excentrismo? Cadê o mistério? Cadê a bizarrice?

Falando em bizarrice, uma coisa que sem dúvida é muito de Johnny Depp é o jeito de correr. Em dado momento do filme Frank está sendo perseguido por uns caras e sai correndo por um telhado. A impressão é de que Jack Sparrow encarnou e está em outro filme.

Mas voltando ao Turista. O filme não é ruim, que fique bem claro. ADOREI! Porque apesar de apresentar um papel ordinário a Depp, o final é muito surpreendente, o que faz valer a pena a sessão de cinema. Recomendo muito o filme, mas aviso: vá com as armas abaixadas e não espere tiradas muito inteligentes de Depp. Será decepção na certa.