A Bela e a Fera traz frescor e nostalgia em Live Action

No dia 16 de março, chegou aos cinemas o tão esperado live action de A Bela e a Fera! E, é claro, eu fui assistir. Aproveitei que era meu aniversário de namoro e intimei convidei meu noivo para irmos assistir. Foi encantador! Agradecimento especial ao amoro mais lindo, porque ele não gosta muito de musical, mas foi mesmo assim #issoéamor

É, principalmente, um filme para sonhar e ver “ao vivo” um pouco do que imaginamos com nossos romances. Sem falar que traz para o mundo real um dos filmes que marcou a infância de muita gente (o/). Emma Watson está perfeita como Bela (mas eu sabia que ela ia brilhar hehe) e Dan Stevens… Ai ai, sou apaixonada, ficou maravilhoso!

Abaixo, listo alguns pontos que mais chamaram minha atenção:

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A Origem

Há algum tempo atrás tive a oportunidade de assistir ao maravilhoso filme de Christopher Nolan, A Origem. Que filme mais maluco e ao mesmo tempo fantástico! No começo pode até ser difícil de entender, mas aos poucos as coisas vão se encaixando.

Tal qual em um sonho não é? No filme, o personagem de Di Caprio explica que quando sonhamos geralmente não lembramos de como o sonho começou. Depois, quando tentamos lembrar, encaixamos os fatos. Juro que no começo fiquei perdidinha! Mas aos poucos, e com a ajuda do meu namorado, que já assistiu, eu fui entendendo e cheguei as conclusoes mais bizarras do mundo.

Quem me conhece sabe dos meus sonhos malucos. E sabe que de vez em quando eles acontecem. Vou contar um causo aqui. Acho que foi semana passada. Estava sonhando ( mas obvio, nao sabia disso né) e eu estava na Av. Nove de Julho, perto da 14 bis, pegando um onibus para ir ao ibirapuera. De repente, encontro uma amiga minha que mora em brasilia, e ela diz que queria ir para a paulista. Então, como num piscar de olhos, estamos na av do ibirapuera, em frente ao antigo Detran, e minha amiga vai atravessando a rua pois queria ir para a paulista. Só que ela vai andando de costas e um onibus atropela ela e joga ela uns 15 metros adiante. Eu saí correndo e fui atras dela, onde já havia gente ajudando. Minha televisão liga e de volta ao mundo real eu tento entender  o que está passando na Globo News (acordo com esse canal). Adivinha a manchete:  Acidente com onibus na av. ibirapuera deixa x pessoas feridas. Eu ainda estava com sono, mas quando olhei de novo para a tv fiquei passadissima! Nem minha mae acreditou quando eu contei! BIZARRO, eu sei. Mas é assim mesmo.

Voltando ao filme, o contexto todo faz você pensar que eles estão em um sonho, dentro de um sonho em um sonho. Entendeu? Pois é, o filme é todo assim, maluco!

E quando você termina de assistir e vai dormir provavelmente sonhará que está em um sonho dentro do sonho. Eu sonhei. A verdade é que acho que acho esse filme de certa forma plausivel. Porque eu ja consegui controlar um sonho e já consegui voltar pro mesmo sonho. Dada as devidas proporções, acho que a gnt tem um certo controle.

Outra coisa que ele fala no filme é que é perigoso misturar elementos do mundo real com o do sonho porque chega uma hora em que você não sabe se está acordado ou sonhando. Quem nunca teve aquele sonho “real” em que sentiu e chorou e doeu etc?

Vai saber se isso aqui não é um sonho também…

Sucker Punch

Olá pessoas do meu Brasil Varonil… Viadagens a parte (até pq sou mulher), escrevi este texto para o site em que trabalho, mas como estamos com um sério problema no sistema vou postar aqui porque ele deu um trampo absurdo pra fazer e não quero perder. O trampo foi por que ainda não assisti o filme e olha, ele parece ser meio confuso! hahaha Mas fiquei muito interessada e quero assistir. Aí depois posto a crítica para vocês não lerem, pq quem acessa isso aqui? lerem.


Sucker Punch – Mundo Surreal

Abra sua mente. Viaje para um universo totalmente paralelo, onde você conseguirá a liberdade que tanto procura. Um tanto confuso, não? Mas em “Sucker Punch – Mundo Surreal” a realidade e a ficção andam lado a lado. Baby Doll é uma jovem que acaba de perder a mãe, mata acidentalmente a irmã e o padrasto a interna em um hospício com a intenção de submetê-la a uma lobotomia (lavagem cerebral). Totalmente sozinha e à mercê de uma equipe de enfermeiros corruptos, Baby Doll tem apenas cinco dias para conseguir fugir do lugar.

Dentro da Casa Lenoxx, Baby Doll é obrigada a participar das terapias teatrais ministradas por Vera Gorsky. É nesse momento que ela conhece suas amigas Sweet Pea (Abbie Cornish), Blondie (Vanessa Hudgens), Amber (Jamie Chung) e Rocket (Jena Malone). Durante as aulas de dança  Baby é transportada para um mundo paralelo, onde o manicômio vira um bordel e em um tipo de “sonho dentro do sonho” elas entram em uma luta para encontrar vários objetos que possibilitarão a fuga delas do lugar.

Ambientado nos anos 1950, o filme explora de uma maneira muito surreal – tal qual o nome do filme – a vulnerabilidade de um grupo de cinco garotas, transformando-as em guerreiras sexies e cheias de atitude.  Mas o diretor Zack Snyder não fez um longa só com lutas e batalhas. A sensualidade faz parte da trama, especialmente nos trechos ambientados no bordel, quando uma garota por vez faz um número de dança, projetado por Zack (e equipe) especialmente para cada personagem.

O filme promete levar aos cinemas não só os machões atrás de lindas mocinhas lutando como homens sem perder o sex appel, o que brinca com a libido masculina,  mas muitas mulheres que se mostraram interessadas no enredo do longa-metragem.  (Tipo eu)

O Turista

Finalmente assisti ao filme O Turista, com Johnny Depp e Angelina Jolie.  Confesso que ouvi muitas criticas negativas, o que me assustou, pois com um time desses é difícil não agradar. Mas quando o filme começou, eu entendi o porquê de tanta critica.

Acredito que os críticos se sentiram ultrajados ao ver o brilhante Johnny Depp apático, sem carisma, sem mistério e subserviente ao personagem de Jolie. Frank (Depp) é apenas um professor americano de matemática que está indo da França para Veneza e encontra Elise. É claro que ele se encanta por ela. E fica estático, apático e tudo que já falei. Ela, por sua vez, está estonteante. Angelina Jolie é bem o tipo de Femme Fatale, e sabe conduzir o bobão Frank muito bem.

Até brinquei, falando que Johnny é mesmo um turista, só que nesse personagem. Frank Tupello não tem nada, nada, nada, nada a ver com ele. É mesmo um papel muito comum para ele. Cadê o excentrismo? Cadê o mistério? Cadê a bizarrice?

Falando em bizarrice, uma coisa que sem dúvida é muito de Johnny Depp é o jeito de correr. Em dado momento do filme Frank está sendo perseguido por uns caras e sai correndo por um telhado. A impressão é de que Jack Sparrow encarnou e está em outro filme.

Mas voltando ao Turista. O filme não é ruim, que fique bem claro. ADOREI! Porque apesar de apresentar um papel ordinário a Depp, o final é muito surpreendente, o que faz valer a pena a sessão de cinema. Recomendo muito o filme, mas aviso: vá com as armas abaixadas e não espere tiradas muito inteligentes de Depp. Será decepção na certa.