Tudo pela metade

Posso adiar muitas coisas nessa vida. Principalmente quando dependem de ações externas, mas quando se trata de mim, não sei fazer pela metade.

Não sei cantar a meio tom. Se quero cantar, grito bem alto pra todo mundo ouvir. Não sei dançar contida. Danço mesmo que não tenha música tocando ou que as pessoas estejam me achando louca. Eu sou mesmo.

Não consigo gostar das pessoas um pouquinho. Ou eu gosto ou não gosto. E isso não é um discurso politicamente correto ou de boa vizinhança, se eu não gosto você vê na minha cara, não consigo mascarar minhas reações.

Não sei me entregar se não for de corpo inteiro. Talvez por isso eu já tenha me ferrado bastante, pois entreguei o meu melhor para pessoas que não estavam preparadas ou não mereciam.

Mas encontrei você e você merece só o meu melhor. Até porque não tem jeito de tentar dizer “não é nada” quando estou muxoxa, porque você sabe exatamente que tem alguma coisa errada.

Eu nem lembro por que comecei esse post ou qual foi a ideia inicial, mas a verdade é que uma vida bem vivida é aquela em que a gente se joga, curte, brinca, briga, luta, sente, sofre, chora, ri e se diverte. Não se trata de chegar no felizes para sempre, porque o sempre é muito vago. Trata-se de curtir a caminhada, com boas companhias, amando e sentindo tudo por inteiro, sem se privar de nada.

Um bom fim de semana!

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